Morre adolescente que apanhou de piloto Pedro Turra no Distrito Federal
Rodrigo Castanheira estava internado na UTI em Águas Claras com traumatismo craniano e não resistiu; Pedro Arthur Turra Basso teve a prisão preventiva decretada
Suspeito de matar a tiros um homem de 37 anos após descobrir uma suposta traição, Anderson de Macedo chamou a vítima de “talarico” e afirmou que ele “tinha que morrer” enquanto disparava. O crime ocorreu na manhã de quarta-feira (4/2), em uma concessionária na Avenida Marechal Tito, na zona leste de São Paulo.
De acordo com o boletim de ocorrência, um funcionário da loja, que testemunhou o ataque, relatou à polícia que, por volta das 9h, recebeu uma ligação da vítima, identificada como Francisco Almir La Rosa Oliveira. No telefonema, Francisco contou que estava com uma mulher casada e que o marido dela, Anderson, teria descoberto a traição.
“Talarico tem que morrer”, disse suspeito antes de matar amante da esposa
Foto: Reprodução
Ainda segundo o relato, Francisco avisou o colega que o marido da mulher estaria a caminho da concessionária. Pouco depois, o suspeito apareceu no local perguntando pelo homem, que naquele momento ainda não havia chegado ao estabelecimento.
Minutos mais tarde, Anderson voltou à concessionária e encontrou Francisco. Armado, o suspeito sacou a pistola e efetuou diversos disparos contra a vítima dentro do local de trabalho.
Um dos funcionários ainda tentou intervir, mas foi ameaçado de morte pelo atirador durante a ação, o que impediu qualquer tentativa de socorro imediato. A execução foi registrada por volta das 11h25, em plena atividade comercial da loja.
O boletim de ocorrência aponta que a motivação do crime foi o fato de Anderson ter descoberto que Francisco mantinha um relacionamento com sua esposa. Durante os disparos, o suspeito chamou a vítima de “talarico” e reafirmou que ele precisava morrer.
Testemunhas relataram que diversos tiros foram disparados e que o ataque foi direto e direcionado à vítima. Há relatos de que o suspeito chegou a aparentar filmar Francisco ferido após o ataque, dentro da própria concessionária.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Francisco ainda chegou a ser socorrido com vida e encaminhado ao Hospital Municipal Tide Setúbal, na zona leste da capital paulista.
Ele, porém, não resistiu aos ferimentos provocados pelos disparos de arma de fogo e morreu pouco depois de chegar à unidade de saúde.
O caso foi registrado como homicídio pelo 63° Distrito Policial (Vila Jacuí), que requisitou perícia no local do crime e nos materiais envolvidos na ocorrência.
Até o momento desta publicação, Anderson de Macedo, apontado como autor dos disparos, ainda não havia sido preso. A polícia segue investigando o caso, ouvindo testemunhas e analisando evidências colhidas na concessionária onde a execução ocorreu.