Datafolha: reprovação ao governo Lula alcança 39%, aprovação fica em 30%
Pesquisa ouviu 2.004 pessoas em maio e indica estabilidade em relação a abril; 29% avaliam como regular.
Os preços dos produtos mais procurados para o Dia das Mães tiveram alta média acumulada de 2,89% nos últimos 12 meses, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Apesar do aumento, o índice ficou abaixo da inflação geral do país, de 4,37%, e também inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, de 4%.
Para chegar ao resultado, a entidade analisou uma cesta com 38 itens tradicionalmente buscados nesta época do ano.
Preços dos produtos mais procurados para o Dia das Mães tiveram alta média acumulada de 2,89% nos últimos 12 meses.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Entre os produtos avaliados, as joias apresentaram a maior variação de preços em 2026, com aumento de 26,81%. No intervalo de 2024 para 2025, a alta havia sido ainda maior, de 32,54%.
De acordo com a FecomercioSP, a elevação está relacionada à valorização do ouro no mercado internacional, impulsionada por incertezas geopolíticas e tensões comerciais. A prata e as bijuterias também acompanharam a tendência, com alta de 10,48%.
O levantamento aponta que as flores naturais ficaram 12% mais caras do que no ano passado. Já os produtos para cabelo registraram aumento de 9,74%, enquanto os livros não didáticos tiveram elevação de 6,74%.
No segmento de vestuário, as sandálias apresentaram alta de 6,25%, seguidas por blusas (3,47%) e vestidos (2,22%). A menor variação do grupo ficou com as saias, com 1,7%.
Entre eletrodomésticos e eletrônicos, a pesquisa identificou queda de preços, com o ar-condicionado liderando a redução, de 12,17%. Na sequência aparecem refrigeradores (8,16%), ventiladores (7,24%) e fogões (6,48%).
A cesta reflete uma média e não um comportamento uniforme de preços. Por isso, é importante realizar pesquisa prévia, comparar condições de pagamento e manter atenção ao orçamento doméstico a fim de evitar desequilíbrios financeiros
FecomercioSP