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    Corpo do menino Rhuan, assassinado pela mãe, chega ao Rio Branco

    A criança de 9 anos foi morta com requintes de crueldade na última sexta-feira, 31 de maio

    Por Plox

    05/06/2019 11h44 - Atualizado há cerca de 3 anos

    O corpo do menino que foi brutalmente assassinado pela mãe e pela companheira dela no Distrito Federal, chegou ao Rio Branco (AC) para ser velado nesta quarta-feira, 5 de junho. Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, foi morto com requintes de crueldade na última sexta-feira, 31. O menino será enterrado hoje (4).

    Rhuan tinha 9 anos e foi assassinado pela própria mãe- Foto: Reprodução

    Maycon da Silva Castro, 27 anos, pai de Rhuan, está desempregado e não conseguiu ir ao Distrito Federal para liberar o corpo do garoto. Os custos com o transporte do corpo ficaram por conta do governo acreano. Maycon procurava pelo filho há cerca de quatro anos. Ele disse que a mulher fugiu levando o menino, pouco depois que ela começou a se envolver com outra mulher. O homem também disse que ele e seu pai, avô da criança, tentaram por várias vezes localizar o menino.

    Maycon da Silva Castro, 27 anos, pai de Rhuan, o procurava há quatro anos- Foto: Arquivo Pessoal

    A mãe da criança, Rosana Auri da Silva Candido, 28 anos, e a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, continuam presas no Presídio Feminino do Gama. Ambas confessaram o assassinato, conforme declarações do delegado responsável pelo caso. Segundo o delegado-chefe adjunto da 26ª DP, Guilherme Sousa Melo, a mãe e a outra assassina, mataram o menino no momento em que ele dormia. Elas teriam o executado a golpes de faca. Depois, tentaram queimar o corpo em uma churrasqueira. Como não conseguiram, resolveram esquartejá-lo, colocá-lo em malas e “desovar” as partes do corpo.


    As duas mulheres foram encontradas pela PM na casa delas, acompanhadas da filha de Kacyla, uma menina de 8 anos. As duas envolvidas afirmaram sentirem aversão pelas crianças por não terem sido bem tratadas pelos respectivos pais. A polícia acredita que a menina também seria executada e que, em seguida, as suspeitas, que chegaram recentemente do Acre, se mudariam. A garotinha de 8 anos foi acolhida pelo conselho tutelar e levada para um abrigo.

    Declarações de Rosana sobre o assassinato:

    Atualizada às 9h49

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