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Evento no Estádio Municipal 1º de Maio marca o primeiro dia de propaganda eleitoral permitida para as Eleições 2026.
Um vídeo gravado antes da morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, mostra a criança chorando e resistindo a ir para a casa do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa. Na gravação divulgada pelo g1 e pela TV Anhanguera, a mãe pergunta por que o filho não queria ir, e o menino responde:
Vídeo mostra menino de 3 anos dizendo que pai batia nele antes de ser encontrado morto em Palmas.
“Porque ele me bate”.
O conteúdo poderá ser analisado pela Polícia Civil durante a investigação do caso.
Gustavo foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (3), em uma residência na região norte de Palmas, no Tocantins. O pai é investigado pela 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que instaurou inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, não há conclusão oficial sobre a responsabilidade pelo óbito.
Gustavo foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (3), em uma residência na região norte de Palmas, no Tocantins.
Foto: Arquivo pessoal/Stella Bueno
O exame inicial realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) indicou que a criança morreu após uma laceração intestinal, que teria provocado hemorragias interna e externa. O diretor do instituto, Eduardo Godinho, também relatou a presença de lesões no rosto e de outros traumas internos. Os laudos definitivos ainda não foram concluídos.
Exame preliminar aponta hemorragia.
Foto: Reprodução/FRAME VIDEO
O resultado preliminar não apontou sinais de afogamento. A informação contrasta com a versão apresentada pela defesa do pai, segundo a qual Igor percebeu o filho em uma aparente situação de afogamento na piscina, prestou os primeiros socorros e colocou a criança para descansar após uma suposta melhora. Na manhã seguinte, o menino teria sido encontrado sem sinais vitais.
Resultado preliminar não apontou sinais de afogamento. A informação contrasta com a versão apresentada pela defesa do pai.
Foto: Reprodução
O advogado procurou a Polícia Civil na tarde de segunda-feira para comunicar a morte e entregou as chaves da residência para os trabalhos periciais. Ele prestou depoimento e foi liberado. Familiares e testemunhas começaram a ser ouvidos, enquanto os investigadores aguardam os resultados completos dos exames para definir a dinâmica do caso e eventual responsabilização criminal.