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O passaporte antigo de Eliza Silva Samudio, localizado em Portugal e entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa na sexta-feira (2/1), foi extraviado pela atriz enquanto ela morava naquele país europeu. De acordo com fontes do Itamaraty, Eliza conseguiu deixar Portugal em 2 de novembro de 2007 sem o documento, utilizando uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), emitida por consulados brasileiros no exterior para permitir o retorno de cidadãos ao país.
O passaporte apresentado ao consulado brasileiro registra a entrada de Eliza em Portugal em 2007, mas não traz qualquer anotação formal de saída do território português. O documento foi expedido em 9 de maio de 2006 e tinha validade até 8 de maio de 2011.
Segundo as normas brasileiras, passaportes pertencem ao Estado e, por serem documentos valorizados no mercado paralelo, são recolhidos e destruídos quando perdem a utilidade ou são considerados inválidos. O passaporte de Eliza será encaminhado ao Brasil para incineração, conforme o procedimento de segurança adotado pelas autoridades.
Eliza retornou ao Brasil em 2 de novembro de 2007, munida da ARB, que foi recolhida pela Polícia Federal ainda no aeroporto.
Consulado-Geral do Brasil em Portugal confirmou que recebeu o documento na sexta-feira (2/1) e notificou o Itamaraty
Foto: Divulgação
Ao portal Metrópoles, o Consulado-Geral do Brasil em Portugal confirmou que está com o documento de Eliza.
O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa informa que recebeu o passaporte em questão na sexta-feira, dia 2. No mesmo dia, realizou consulta oficial ao Itamaraty em Brasília sobre qual destinação dar ao documento e aguarda resposta. Consulado-Geral do Brasil em Lisboa
As autoridades brasileiras ainda não divulgaram detalhes sobre a análise do passaporte ou sobre eventuais desdobramentos da descoberta do documento no exterior.
Eliza Samudio foi assassinada em 2010, no Brasil, em um caso que ganhou ampla repercussão nacional. O ex-goleiro Bruno Fernandes foi condenado por homicídio e por outros crimes relacionados ao caso. O corpo de Eliza nunca foi encontrado, o que mantém o episódio em evidência e segue despertando o interesse público anos após o crime.