Crianças mortas após ataque em creche são veladas em Blumenau

A investigação sobre o crime está em curso para determinar as motivações do agressor e se há outras pessoas envolvidas

Por Plox

06/04/2023 02h12 - Atualizado há cerca de 1 ano

As quatro crianças que morreram durante o ataque a uma creche em Santa Catarina estão sendo veladas em Blumenau nesta quinta-feira (6). 

Na parte superior: Larissa Toldo e Bernardo Pabst. Inferior: Bernardo Machado e  Enzo Barbosa — Foto: Reprodução/Redes sociais

Os corpos das vítimas, Bernardo Cunha Machado (5 anos), Bernardo Pabest da Cunha (4 anos), Larissa Maia Toldo (7 anos) e Enzo Marchesin Barbosa (4 anos), foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) na quarta-feira (5).

Velório acontece em local não divulgado

Três das quatro crianças estão sendo veladas em um mesmo local, cujo endereço não será divulgado em respeito às famílias. A população de Blumenau está em luto e se mobilizando em apoio aos parentes das vítimas, levando velas e incensos para frente da creche onde ocorreu o ataque e rezando em frente ao portão da escola.

Ataque à creche

O ataque aconteceu na manhã de quarta-feira (5), quando um homem de 25 anos invadiu a creche Cantinho Bom Pastor, que é particular, e agrediu as crianças com uma machadinha. Quatro crianças morreram e outras cinco ficaram feridas. O criminoso se entregou à Polícia Militar e foi preso. Segundo a polícia, ele tem passagens por porte de drogas, lesão e dano.

Investigação em curso

A investigação sobre o crime está em curso para determinar as motivações do agressor e se há outras pessoas envolvidas. O delegado-geral de Santa Catarina, Anselmo Cruz, afirmou em entrevista coletiva que a polícia está trabalhando para identificar possíveis cúmplices do crime. "Queremos identificar se há mais algum participante", disse.

Mobilização da comunidade

A população de Blumenau está chocada com o ocorrido e prestando solidariedade às famílias das vítimas. Pais de alunos e moradores da cidade levaram velas e incensos para frente da creche onde ocorreu o ataque e rezaram em frente ao portão da escola na noite de quarta-feira (5). A cidade está em luto e aguardando por mais informações sobre o caso.

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