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São Paulo-SP — Suzane von Richthofen deu entrevista para um documentário da Netflix sobre o assassinato de seus pais, Manfred Albert von Richthofen e Marísia von Richthofen. A produção, revelada em reportagens publicadas nesta segunda-feira (6), ainda não tem data oficial de lançamento. O caso ao qual o filme retorna ocorreu em 31 de outubro de 2002, na zona sul de São Paulo-SP, e levou à condenação de Suzane a 39 anos de prisão.
Suzane sustenta que não participou diretamente da execução dos pais
Foto: Reprodução
Segundo o material divulgado sobre o documentário, Suzane reconstrói a própria versão dos fatos desde a infância e descreve a casa onde vivia como um ambiente sem afeto e marcado por cobranças. No depoimento, ela também relata ter presenciado episódios de violência entre os pais, versão apresentada por ela na produção e não como conclusão judicial do caso.
De acordo com o relato exibido no filme, a ideia do crime não surgiu de forma repentina. Suzane afirma que o plano foi sendo construído gradualmente e diz que a situação se agravou durante uma viagem dos pais à Europa, período que definiu como decisivo. Na narrativa levada ao documentário, ela relaciona esse processo ao relacionamento com Daniel Cravinhos e à deterioração da convivência familiar.
Ainda conforme as reportagens sobre a produção, Suzane sustenta que não participou diretamente da execução e afirma ter permanecido no piso inferior da casa, embora reconheça que sabia o que ocorria. Ela também admite responsabilidade ao dizer que aceitou a entrada dos irmãos Cravinhos no imóvel. O documentário contrapõe esse depoimento à versão da delegada Cíntia Tucunduva sobre uma suposta festa na residência após o crime, versão contestada por Suzane.
O longa também mostra trechos da vida atual da condenada fora do sistema prisional. Suzane cumpre o restante da pena em regime aberto desde janeiro de 2023, quando deixou a penitenciária em Tremembé-SP após decisão da Justiça paulista. Até o momento, a Netflix não informou a data de estreia do documentário.