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Mesmo sem ter conseguido conversar e ter o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o advogado-geral da União, Jorge Messias informou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que já tem garantidos votos da oposição para a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e no plenário, necessários para a aprovação de seu nome para a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal).
Messias informou ao Planalto que tem votos da oposição para ser aprovado no Senado
Foto: crédito: Foto: Daniel Estevão/AscomAGU
Segundo interlocutores de Lula, essa garantia contribuiu para que o presidente enviasse ao Congresso a mensagem com a indicação de Messias. A demora para formalizar a escolha, porém, criou ruído até mesmo dentro do Planalto.
A avaliação de setores próximos ao presidente era de que o peso no atraso da sabatina deveria ser transferido para Alcolumbre, que passaria a ser pressionado para iniciar os trâmites internos.
Nos mais de quatro meses desde que Lula anunciou a escolha, Messias teve tempo de conversar com senadores governistas e de oposição para se apresentar e quebrar resistências.
Como mostrou o PlatôBR, até o ministro André Mendonça, do STF, tem acionado senadores em favor do atual advogado-geral da União — cargo que ele próprio ocupou no governo de Jair Bolsonaro.
Assim como Messias, Mendonça é evangélico e enfrentou resistência de Alcolumbre para ser sabatinado e aprovado para o cargo.