Último acusado por duplo homicídio em Ipatinga vai a júri nesta segunda-feira

Marcelo Augusto Rodrigues é apontado como o último réu a ser julgado no caso de janeiro de 2024; MPMG cita crime com cárcere privado, agressões e execução a tiros

06/04/2026 às 06:34 por Redação Plox

O julgamento de um dos acusados por um crime de grande repercussão em Ipatinga será realizado nesta segunda-feira (06), na Câmara Municipal da cidade. A informação foi divulgada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que destacou o impacto do caso na região.

Duas mulheres foram mortas após serem mantidas em cárcere privado e sofrerem agressões. Conforme a denúncia, elas foram executadas com disparos de arma de fogo.

Duas mulheres foram mortas após serem mantidas em cárcere privado e sofrerem agressões. Conforme a denúncia, elas foram executadas com disparos de arma de fogo.

Foto: Redes Sociais



O réu é Marcelo Augusto Rodrigues, apontado como o último envolvido a ser levado a julgamento. O crime ocorreu em janeiro de 2024 e ganhou notoriedade pela violência empregada. Duas mulheres foram mortas após serem mantidas em cárcere privado e sofrerem agressões. Conforme a denúncia, elas foram executadas com disparos de arma de fogo.

Acusações apontadas pelo Ministério Público

Segundo o Ministério Público, Marcelo responde por homicídio qualificado, com agravantes como motivo torpe, uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas. Ele também é acusado de agir para assegurar a impunidade de outros crimes, além de responder por sequestro, cárcere privado e furto qualificado.


Outros envolvidos e desfechos do processo

O caso também envolvia outros três acusados. Miguel Alves Nascimento já foi condenado a 86 anos e 8 meses de prisão. Leonardo Victor Cláudio da Costa também havia sido condenado, mas morreu na prisão. Já Miguel Leonardo Fernandes Almeida faleceu antes mesmo do oferecimento da denúncia, em Governador Valadares.


Sessão será dedicada apenas ao último réu

Com isso, a sessão desta segunda-feira será voltada exclusivamente à análise da responsabilidade de Marcelo Augusto Rodrigues. O MPMG reforçou que o crime gerou forte comoção social em Ipatinga e região, pela gravidade e violência dos fatos.


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