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    Comerciante é preso por fazer "gato" para furtar energia em BH

    Polícia Civil realiza operação em parceria com a Cemig

    Por Plox

    06/05/2021 14h05 - Atualizado há 7 meses

    A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, na manhã desta quarta-feira (5/5), operação para fiscalizar o consumo irregular de energia elétrica em estabelecimentos comerciais em Belo Horizonte e Contagem, na Região Metropolitana. A operação denominada Gatos foi realizada em parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).
     

    Durante a ação, o proprietário de um estabelecimento comercial, de 40 anos, foi preso em flagrante e dois equipamentos de registro com suspeita de fraude foram apreendidos e encaminhados para a perícia.

    Na ocasião, policiais da 2ª Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto e Roubo, que integra o Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) e da Coordenação de Operações da SIPJ, apuraram que estabelecimentos estavam utilizando uma fonte com ligação direta para que não ocorresse o registro de consumo. O prejuízo estimado é de R$ 60 mil.

    Foto: Divulgação

     

    De acordo com o delegado Gustavo Barletta, a denúncia surgiu por meio da Cemig, uma vez que o consumo era diagnosticado como zerado em estabelecimentos que, normalmente, consumiam em torno de 7 mil quilowatts. "Os responsáveis pelos estabelecimentos foram notificados pela companhia energética e, mesmo assim, continuavam com o uso irregular do medidor de energia”, pontua Barletta.

    Técnicos da Cemig acompanharam a ação policial e realizaram testes de medição em vários locais, constatando o registro irregular de consumo em dois estabelecimentos. Segundo o responsável pela fiscalização, quando é realizada a leitura mensal o sistema da companhia faz uma conferência em tempo real, o que possibilita a identificação do desvio de energia.

    O preso nessa operação pode responder pelo crime de furto simples, com pena de 1 a 4 anos, ou por furto qualificado pelo rompimento de obstáculo, cuja pena varia de 2 a 8 anos. Os demais identificados não estavam no local, mas serão investigados.

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