Presidente da Usiminas fala sobre necessidade de política antidumping
Plano foi apresentado pelo presidente Marcelo Chara em meio a alerta sobre pressão competitiva do aço chinês e necessidade de reforçar a competitividade da operação no Brasil.
Quase 30% dos microempreendedores individuais (MEIs) do país estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), sistema que reúne beneficiários das políticas de assistência do governo federal. Em números absolutos, isso representa 4,6 milhões de MEIs em um total de 16,6 milhões.
Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Quase trinta por cento dos microempreendedores individuais (MEIs) do país estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), plataforma que reúne beneficiários das políticas de assistência do governo federal.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasi
Segundo o levantamento, cerca de 2,6 milhões de empreendedores decidiram abrir o CNPJ depois de aderir ao CadÚnico. Outros 1,9 milhão abriram o CNPJ antes de se inscreverem na plataforma.
A conclusão apresentada é que os benefícios sociais funcionam como estímulo para que as pessoas busquem autonomia financeira, conforme avaliação do presidente do Sebrae, Rodrigo Soares.
As políticas públicas impulsionam o empreendedorismo. No ano passado, reunimos uma sequência consistente de indicadores positivos. O Brasil possui enorme capacidade produtiva, tendo os pequenos negócios como grandes protagonistas. A inclusão social, de renda e de emprego passam pelo empreendedorismo
Rodrigo Soares
O ministro do MDS, Wellington Dias, afirma que as políticas de Estado oferecem mais do que proteção às famílias e ressalta as oportunidades associadas ao acesso ao CadÚnico.
Segundo ele, a inscrição amplia as possibilidades de qualificação, crédito e inclusão produtiva, reforçando a ideia de que a política social pode ser um ponto de partida para geração de renda e melhoria de condições de vida.
De acordo com o levantamento, a maioria dos MEIs inscritos no CadÚnico é composta por mulheres (55,3%) e por pessoas não brancas (64%). Também predominam empreendedores de famílias com três ou mais integrantes (51,3%) e com, pelo menos, o Ensino Médio completo (51%).
A faixa etária mais frequente é a de adultos entre 30 e 49 anos (53%).
Entre os segmentos de atividade, o setor de serviços lidera, com 54%, percentual atribuído principalmente ao baixo investimento inicial exigido. Na sequência aparecem o comércio (26%) e a indústria (10%).
Os responsáveis pelo levantamento defendem que a geração de emprego e renda, associada ao estímulo ao empreendedorismo, contribui para a superação da pobreza. Como argumento, citam que mais de 2 milhões de famílias saíram do Programa Bolsa Família em 2025.
Desse total, 1,3 milhão deixou de receber o benefício devido ao aumento da renda familiar, enquanto 726 mil famílias concluíram o período previsto na regra de proteção.