CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
Os preços caíam, em um sinal de otimismo dos investidores com a possível redução das tensões — e do risco de problemas no abastecimento de energia.
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Segundo a agência Reuters, Estados Unidos e Irã estão próximos de fechar um acordo inicial em formato de um documento curto, com apenas uma página. A proposta já havia sido antecipada pelo site Axios, com base em fontes do governo americano e em pessoas que acompanham as negociações.
O Paquistão, que sediou a única rodada de conversas até agora, no mês passado, segue atuando como intermediário entre os dois lados.
De acordo com a agência, autoridades dos Estados Unidos e do Irã não comentaram oficialmente o assunto. Ainda assim, uma emissora americana informou que o governo iraniano está analisando uma proposta dos EUA com 14 pontos.
A expectativa é que o Irã responda aos principais pontos do acordo nas próximas 48 horas.
Entre as medidas em discussão estão a suspensão temporária do programa nuclear iraniano e, em troca, a redução de sanções impostas pelos EUA, além da liberação de recursos financeiros do Irã que estão bloqueados no exterior.
Outro ponto central é o Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo do mundo. O acordo prevê a redução das restrições à circulação de navios na região.
Na prática, o documento inicial serviria para encerrar o conflito e abrir um prazo de 30 dias para negociar um acordo mais completo, com regras detalhadas sobre o programa nuclear do Irã, o fim das sanções e a normalização do transporte marítimo.
Durante esse período, tanto as restrições do Irã à navegação quanto o bloqueio naval dos Estados Unidos seriam reduzidos gradualmente. Caso as negociações fracassem, porém, as medidas podem ser retomadas.
Mais cedo, o presidente Donald Trump anunciou a suspensão de uma operação militar que escoltava navios na região. A missão não conseguiu restabelecer o fluxo de embarcações e acabou aumentando as tensões, com novos ataques.
No episódio mais recente, um navio de uma empresa francesa foi atingido na região, deixando tripulantes feridos.
Desde o fim de fevereiro, o Estreito de Ormuz enfrenta restrições, o que elevou o risco para o transporte de petróleo e ajudou a pressionar os preços do combustível. Por isso, qualquer sinal de acordo tem impacto imediato no mercado global.