Presidente da Usiminas fala sobre necessidade de política antidumping
Plano foi apresentado pelo presidente Marcelo Chara em meio a alerta sobre pressão competitiva do aço chinês e necessidade de reforçar a competitividade da operação no Brasil.
Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do defensor ambiental e de direitos humanos Thiago Ávila, morreu na tarde dessa terça-feira (5), em Brasília. Ela tinha 63 anos e, segundo o texto, apresentava quadro grave de saúde.
Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do defensor ambiental e de direitos humanos Thiago Ávila, morreu na tarde dessa terça-feira (5), em Brasília. Ela tinha 63 anos e apresentava quadro grave de saúde.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Nas redes sociais, a equipe de Ávila — um dos sete representantes brasileiros da Global Sumud Flotilla (GSF) — destacou a “alegria memorável” e a “imensa força” de Teresa.
“Ela enfrentou anos de adoecimento grave com coragem, serenidade e dignidade, guiada por um propósito inabalável de viver e cercada pela dedicação incondicional de sua família.”
Teresa Regina era também mãe da agente de polícia Luana de Ávila, vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF). Para homenagear a mãe, Thiago batizou a filha, de dois anos, com o nome dela.
A instituição citada no texto informou que deverá divulgar informações sobre velório e sepultamento assim que os dados forem disponibilizados pelos familiares.
Thiago Ávila foi levado à força por militares israelenses quando estava a bordo de um navio da GSF, acompanhado pelo palestino-espanhol Saif Abukeshek. Os dois, segundo o texto, foram separados dos demais ativistas da flotilha e transferidos para a Grécia.
O grupo brasileiro iniciou a viagem a Gaza a partir de Barcelona, em 12 de abril.
Nessa terça-feira (5), o Tribunal de Magistrados de Ashkelon anunciou a prorrogação, até o próximo domingo (10), da prisão de Ávila. A decisão de extensão do prazo, conforme o texto, é do juiz Yaniv Ben-Haroush.
A detenção é considerada ilegal por inúmeras entidades da Palestina, que, de acordo com a reportagem, denunciam diariamente e em relatórios consolidados violências físicas e psicológicas usadas como forma de abalar e coagir pessoas detidas pelo governo israelense.
A embarcação, segundo o texto, navegava por águas internacionais, perto da ilha grega de Creta, quando foi interceptada. A missão era distribuir alimentos e itens básicos de sobrevivência à população de Gaza, que tem tido pouco ou nenhum acesso a esses recursos.