PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
A situação no entorno do córrego que corta os bairros Timirim e Serenata, em Timóteo, tem gerado grande preocupação entre os moradores, que convivem com os impactos de sucessivos transbordamentos. Na região, casas estão sendo danificadas pela força das águas, e famílias relatam rachaduras nas estruturas e riscos iminentes de deslizamento. A reportagem do PLOX entrevistou moradores dos dois bairros e com o secretário de Obras de Timóteo, Geraldo Magela. Acompanhe na Live.
Tadeu Balbi, morador do bairro Serenata, relatou que a vizinha Enilda teve parte de seu barranco totalmente destruído. Ele destaca que, desde as chuvas de janeiro do ano passado, a situação só piora, apesar de reuniões com representantes da prefeitura e tentativas constantes de negociação.
Segundo Balbi, nenhuma ação prática foi executada até o momento. Ele aponta que as galerias estão entupidas e mesmo fora do período chuvoso, os problemas continuam. "Se vier outra chuva forte, o córrego vai transbordar novamente e causar uma tragédia, principalmente para quem mora no final da Rua 26 do Timirim", alertou. O temor se espalha entre os vizinhos, já que os impactos atingem diversos imóveis ao longo do leito do córrego.
Arnaldo Brasileiro, representante da associação do bairro Timirim, reforçou as críticas. Ele lembrou de reuniões realizadas em fevereiro e março, que contaram com presença de vereadores e gestores públicos. O objetivo era discutir a limpeza das galerias e a elaboração de projetos para conter a erosão. No entanto, segundo ele, nenhuma dessas propostas saiu do papel. “A prefeitura fala em passar máquina no leito do córrego, mas isso não resolve. O leito é arenoso, e a areia removida volta com facilidade. O que pedimos é atenção imediata à limpeza das galerias e solução concreta para conter a erosão na Rua 26 e na Zequinha de Abreu.”
Do lado da gestão municipal, o secretário de Obras de Timóteo, Geraldo Majela, explicou os motivos da demora. Ele afirmou que, por se tratar de um ano atípico em volume de chuvas, não foi possível intervir com equipamentos nas áreas críticas sem as devidas licenças ambientais. Segundo ele, as chuvas se estenderam até abril, e a prefeitura precisou atuar em conjunto com o Meio Ambiente, o Codema e a Polícia Ambiental para buscar os licenciamentos necessários para a intervenção. “Estamos finalizando o processo para conseguir a licença do Codema. Já temos autorizações do IGAM e do IEF, e pretendemos, até julho, dar início às obras”, explicou.
"A minha secretaria está de portas abertas. Quem quiser vir, pode marcar horário. Sempre atendi todos\