Terremoto de magnitude 7,3 no México provoca alerta de tsunami também na Guatemala
Tremor também foi sentido na Guatemala e em El Salvador; não havia informações sobre mortos, feridos ou estragos graves até a última atualização.
A prefeita de Marituba, município situado na região metropolitana de Belém (PA), tornou-se o centro das atenções nas redes sociais após um vídeo pessoal em que aparece dançando forró de biquíni se espalhar pela internet. Patrícia Alencar, de 37 anos, filiada ao MDB, é a protagonista das imagens que rapidamente se tornaram virais e geraram um intenso debate público.
Foto: Redes sociais 'Esse vídeo eu postei no meu Instagram pessoal, onde apenas 186 pessoas me seguem. Um dos seguidores gravou a tela e passou a filmagem para todos os sites e perfis de notícias no Instagram. Eu fiquei abismada porque é uma coisa íntima'
Patrícia, que é natural de Bodocó, no sertão de Pernambuco, vive em Marituba há aproximadamente 16 anos. Começou vendendo produtos em uma feira da cidade e entrou para a política em 2020, quando foi eleita a primeira mulher a administrar o município. Em 2024, foi reeleita com expressivos 71,50% dos votos válidos. Além de política, é mãe de três filhos.
Nas redes sociais, as opiniões sobre o vídeo se dividem. Enquanto alguns aplaudem a espontaneidade e defendem o direito de Patrícia à vida privada, outros questionam a postura pública da prefeita. Um dos argumentos mais comuns entre os críticos é de que o cargo exige certa responsabilidade com a imagem, mesmo fora do ambiente oficial.
'Infelizmente o corpo de uma mulher incomoda mais do que a corrupção, a ineficiência ou o descaso na política'
'Quando um homem se diverte ou relaxa, é visto como autêntico. Mas, quando se trata de uma mulher, ela é julgada, como se isso anulasse sua competência'
Em seu perfil oficial, que hoje conta com mais de 827 mil seguidores, Patrícia segue publicando sua rotina como chefe do Executivo municipal, eventos e ações na cidade. Em meio à polêmica, publicou ainda a frase: 'Mulher pode ser trabalhadora, mãe e 'bonitinha'', defendendo o direito de exercer múltiplos papéis sem ser julgada.
A situação levantou um debate sobre os limites da exposição pessoal para figuras públicas e a pressão social enfrentada por mulheres em cargos de liderança, especialmente em ambientes tradicionalmente dominados por homens.
O caso segue gerando discussões em todo o país.