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O motorista de um Porsche envolvido em uma colisão com uma caminhonete no sábado (4), na rodovia José Fregonezi (SP-328), no trecho entre Ribeirão Preto (SP) e o distrito de Bonfim Paulista, nega que estivesse em alta velocidade no momento do acidente. A versão foi apresentada pela defesa, após relatos de testemunhas apontarem que o carro de luxo teria passado pelo local acima do limite permitido.
Carro de luxo se envolveu em um acidente em Bonfim Paulista
Foto: Divulgação
O condutor foi identificado como Ivan Claro de Oliveira Júnior, empresário do ramo imobiliário. Ao g1, o advogado Bruno Corrêa afirmou que o cliente teria freado por haver um radar próximo, e que a velocidade não seria elevada por ocorrer “logo na sequência” do equipamento. A defesa também disse que ele não havia ingerido álcool antes de dirigir e que a recusa ao teste do bafômetro ocorreu enquanto aguardava orientação jurídica.
Conforme a reportagem do g1, testemunhas relataram que o Porsche estaria muito acima do limite de 90 km/h no trecho e uma motorista chegou a estimar cerca de 200 km/h ao ver o veículo se aproximando pelo retrovisor, dizendo que reduziu para dar passagem pouco antes da colisão. A dinâmica exata, porém, ainda depende de apuração oficial.
O acidente ocorreu por volta das 17h, na altura do km 310, e a batida fez com que os dois veículos caíssem de um desnível de aproximadamente sete metros; a caminhonete chegou a capotar. A motorista da caminhonete foi socorrida com ferimentos leves, levada a um hospital particular e recebeu alta, segundo o g1.
Equipes de apoio atuaram no atendimento e na segurança viária no local. O g1 informou que a RP Mobi enviou viaturas para sinalização e orientação de motoristas, além de apoio ao atendimento do Samu e medidas para reduzir riscos na pista. Já o Tribuna Ribeirão registrou que também foram acionadas equipes da Polícia Militar Rodoviária e da concessionária Arteris ViaPaulista para suporte operacional no trecho.
A defesa sustenta que a colisão ocorreu quando a motorista à frente iniciou mudança de faixa, sem tempo hábil para evitar o choque. Até a última atualização, não havia divulgação pública, por órgãos oficiais, de laudo conclusivo sobre velocidade, causa determinante ou eventuais responsabilidades.