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    Projeto de bocha paralímpica beneficia crianças com necessidades especiais

    Alunos se socializam e desenvolvem habilidades motoras em atividades no Centro Esportivo e Cultural 7 de Outubro

    Por Plox

    06/08/2021 11h48 - Atualizado há 4 meses

    Após uma fase experimental, que teve início no dia 21 de junho, foi lançado de forma oficial,  na última segunda-feira (2), em Ipatinga, o  projeto Esporte Paralímpico, via Lei de Incentivo, que implementará no município a prática sistemática da bocha paralímpica.

    A iniciativa está sendo desenvolvida no anexo da Educação Integral do Centro Esportivo e Cultural 7 de Outubro, no bairro Veneza. 

    O projeto  é capitaneado pela Prefeitura de Ipatinga, por meio da Secretaria de Educação, e pela Associação Esportiva e Educacional Vale do Aço (Asseeva), contando com o apoio da Cemig. O objetivo é atender pessoas com transtorno do neurodesenvolvimento, portadores de paralisia cerebral, deficiência intelectual e síndrome de down. 

    Foto: Divulgação


    Além de trabalhar a parte motora e esportiva, o projeto promove a socialização destes alunos. A implementação  contou com suporte da equipe pedagógica e funcional do município que, em reuniões preliminares, alinhou com os idealizadores, entre outros aspectos, detalhes referentes à logística, de modo que as atividades transcorram com funcionalidade e o êxito desejado.


     

    Foto: Divulgação

     

    “Trata-se de uma iniciativa de grande relevância. Acreditamos que trará muitos benefícios para nossos alunos que apresentam necessidades especiais. Hoje, o município possui toda estrutura para aplicá-lo com excelência, e vamos nos aperfeiçoar ainda mais para que um número maior de crianças possa ser contemplado”, disse a secretária de Educação de Ipatinga, Patrícia Avelar.

    As aulas contam hoje com cerca de 20 crianças matriculadas e inscritas. Mas a perspectiva é de que até o final de 2021 sejam atendidos pelo menos 100 alunos. 

     

    Por que a bocha? 

    A coordenadora de Educação Pedagógica do 7 de Outubro, Patrícia Gomes, explicou: “A escolha da bocha se deu por ser um esporte com um perfil prático amplificado, que pode ser praticado por todos os tipos de alunos dentro da classificação especial, desde aqueles com limitações mais leves àqueles com um grau mais severo de dificuldade”.

     

    Foto: Divulgação

     

    No decorrer do projeto, os inscritos serão avaliados de acordo com suas aptidões e, assim, direcionados a outros esportes paralímpicos.

    Lorena Braga, mãe de um dos alunos, descreveu a importância do projeto para seu filho. “Nós, como pais, só temos a agradecer. Vemos que a contribuição ao desenvolvimento das crianças será muito grande. E, no caso específico do Isaac, creio que o incentivo é ainda maior, pois ele sempre foi apaixonado por esportes e está bastante motivado”, concluiu. 


     

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