Terremoto de magnitude 7,4 deixa ao menos 22 mortos e provoca desabamentos na Colômbia
Tremor atingiu cidades como Manizales, Pereira e Buenaventura, causou desabamentos e levou à suspensão de operações em seis aeroportos.
Os antigos integrantes do primeiro escalão do governo Jair Bolsonaro seguiram caminhos distintos após o fim da gestão, em 2022.
Candidatos, consultores e presos: por onde andam os ministros de Jair Bolsonaro
Foto: crédito: Foto: Reprodução/Redes Sociais
Há candidatos nas eleições deste ano, autoridades em tribunais, executivos no setor privado e ex-auxiliares que cumprem penas.
Apesar da presença de vários nomes no PL, poucos participam diretamente da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, segundo levantamento publicado nesta quinta-feira (6) pelo PlatôBR.
A principal exceção é Rogério Marinho, ex-ministro do Desenvolvimento Regional e atual senador pelo Rio Grande do Norte, escolhido como coordenador-geral da campanha de Flávio.
Damares Alves e Marcos Pontes também permanecem no Senado, mas estão no meio de seus mandatos e não exercem papel semelhante na coordenação nacional.
Onyx Lorenzoni concorre a deputado federal pelo Rio Grande do Sul, enquanto Sergio Moro disputa o governo do Paraná.
Marcelo Queiroga tenta uma vaga no Senado pela Paraíba, e Eduardo Pazuello busca a reeleição para deputado federal pelo Rio de Janeiro.
Também estão nas urnas Marcelo Álvaro Antônio, em Minas Gerais; João Roma, na Bahia; Osmar Terra, no Rio Grande do Sul; e Gilson Machado, que deixou o PL e se filiou ao Podemos em Pernambuco.
Ricardo Salles concorre ao Senado por São Paulo pelo Novo, após se afastar politicamente da família Bolsonaro.
Tarcísio de Freitas, ex-ministro da Infraestrutura, tenta a reeleição ao governo paulista pelo Republicanos.
Ciro Nogueira, antigo chefe da Casa Civil, disputa novo mandato de senador pelo Piauí e, segundo o PlatôBR, teve atuação decisiva para impedir que Tereza Cristina fosse indicada como candidata a vice de Flávio.
Walter Braga Netto, Anderson Torres, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira estão entre os ex-ministros condenados pelo Supremo Tribunal Federal no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.
O levantamento informa que os quatro cumprem as penas impostas pela Corte.
Outros antigos auxiliares passaram a ocupar cargos em órgãos de controle e no Judiciário.
Jorge Oliveira é ministro e vice-presidente do Tribunal de Contas da União, André Mendonça integra o Supremo Tribunal Federal e Wagner Rosário tornou-se conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.
José Levi Mello atua no Conselho Administrativo de Defesa Econômica, enquanto Carlos França é embaixador do Brasil no Canadá.
Paulo Guedes retornou ao mercado financeiro.
Bento Albuquerque, Adolfo Sachsida, Bruno Bianco e Fábio Faria também migraram para atividades privadas.
Luiz Henrique Mandetta trabalha com consultorias e participa da elaboração do programa de governo de Ronaldo Caiado, enquanto Victor Godoy comanda um instituto voltado à capacitação de gestores.
Abraham Weintraub, Milton Ribeiro, Luiz Eduardo Ramos e Carlos Alberto dos Santos Cruz se afastaram da política.
Ernesto Araújo licenciou-se do Itamaraty e vive no exterior.
O cenário mostra que o grupo que dividiu o poder com Jair Bolsonaro está hoje fragmentado entre projetos eleitorais próprios, carreiras institucionais e atividades particulares, enquanto Flávio estrutura uma equipe com poucos integrantes do antigo ministério do pai.