Justiça mantém preso ex-namorado investigado por morte de mulher em riacho entre Tremembé e Taubaté

Vanessa de Oliveira, de 33 anos, estava desaparecida desde 28 de julho e foi encontrada morta na segunda-feira (3); caso é tratado como feminicídio pela Polícia Civil.

06/08/2026 às 13:21 por Redação Plox

A Justiça manteve preso, nesta quinta-feira (6), o homem investigado pela morte de Vanessa de Oliveira, de 33 anos, encontrada em um riacho na divisa entre Tremembé e Taubaté, no Vale do Paraíba. Ele é ex-namorado da vítima e passou por audiência de custódia após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva.

Foto: Redes sociais

Após buscas realizadas pela Polícia Militar, o corpo de Vanessa de Oliveira foi localizado

Após buscas realizadas pela Polícia Militar, o corpo de Vanessa de Oliveira foi localizado

Foto: Arquivo pessoal


O Tribunal de Justiça de São Paulo informou ao g1 que não identificou irregularidades na prisão e decidiu pela manutenção da detenção. A audiência ocorreu porque a prisão preventiva, decretada na quarta-feira (5), foi cumprida enquanto o investigado já estava preso por outro mandado, relacionado ao não pagamento de pensão alimentícia.

Investigação passou a tratar caso como feminicídio

A Polícia Civil passou a apurar o caso como feminicídio após o avanço das investigações. O ex-namorado de Vanessa passou a ser apontado pela corporação como principal suspeito, mas ainda não há informação divulgada sobre eventual denúncia do Ministério Público ou conclusão do inquérito.

Vanessa estava desaparecida desde 28 de julho. Familiares informaram que ela havia saído de carro com amigos e não retornou para casa. O corpo foi localizado na segunda-feira (3), às margens da Estrada Municipal Benedito Barreto de Moraes, entre Tremembé e Taubaté.

Em nota citada pelo g1, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a vítima apresentava lesões nas regiões torácica e cervical, além de um ferimento na mão esquerda. Inicialmente, a ocorrência havia sido registrada como homicídio.

As circunstâncias da morte, a possível dinâmica do crime e a motivação seguem sob investigação da Polícia Civil.

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