PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Um ano após o desaparecimento de Marlene da Silva Santos, de 78 anos, a família ainda procura por informações que possam ajudar a encontrá-la em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A idosa saiu de casa em 6 de agosto de 2025 para levar o lixo e não retornou, segundo relato do filho, Marlon César da Silva Costa, ao G1 Zona da Mata.
Registro da reportagem: Marlene da Silva Santos está desaparecida em Juiz de Fora
Foto: Arquivo Pessoal
Marlene teria sido vista pela última vez no bairro Vitorino Braga. De acordo com o filho, ela estava sem dinheiro e documentos quando desapareceu e não tinha histórico de confusão mental. Cartazes com a imagem da idosa seguem sendo distribuídos em pontos de ônibus, estabelecimentos comerciais e redes sociais, na tentativa de obter pistas.
Em entrevista ao G1, Marlon afirmou que deixou o trabalho por um período para se dedicar às buscas. Ele relatou que, mesmo depois de um ano, não recebeu informações que levassem ao paradeiro da mãe.
A Polícia Civil de Minas Gerais teria informado à família que o caso permanece em investigação, conforme a reportagem do G1. Até a publicação da matéria original, não havia atualização pública sobre novas pistas ou sobre a localização de Marlene.
Levantamento do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos de Minas Gerais, citado pelo G1, aponta que Juiz de Fora registrou quase 500 ocorrências de desaparecimento entre janeiro de 2025 e julho de 2026.
Quem tiver qualquer informação sobre Marlene da Silva Santos pode acionar a Polícia Militar pelo telefone 190, usar o Disque-Denúncia 181 ou procurar uma delegacia. A Polícia Civil de Minas Gerais informa que não é necessário aguardar 24 horas para registrar o desaparecimento: a orientação é procurar uma unidade policial assim que houver quebra da rotina e ausência de informações sobre o paradeiro da pessoa.
Para o registro, a PCMG orienta que familiares levem, sempre que possível, documentos e uma foto recente da pessoa desaparecida. O caso de Marlene continua sob apuração.