Filho mantém busca por mãe desaparecida há um ano em Juiz de Fora

Marlene da Silva Santos, de 78 anos, foi vista pela última vez no bairro Vitorino Braga após sair para levar o lixo.

06/08/2026 às 06:39 por Redação Plox

Um ano após o desaparecimento de Marlene da Silva Santos, de 78 anos, a família ainda procura por informações que possam ajudar a encontrá-la em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A idosa saiu de casa em 6 de agosto de 2025 para levar o lixo e não retornou, segundo relato do filho, Marlon César da Silva Costa, ao G1 Zona da Mata.

Registro da reportagem: Marlene da Silva Santos está desaparecida em Juiz de Fora

Registro da reportagem: Marlene da Silva Santos está desaparecida em Juiz de Fora

Foto: Arquivo Pessoal


Desaparecimento ocorreu no bairro Vitorino Braga

Marlene teria sido vista pela última vez no bairro Vitorino Braga. De acordo com o filho, ela estava sem dinheiro e documentos quando desapareceu e não tinha histórico de confusão mental. Cartazes com a imagem da idosa seguem sendo distribuídos em pontos de ônibus, estabelecimentos comerciais e redes sociais, na tentativa de obter pistas.

Em entrevista ao G1, Marlon afirmou que deixou o trabalho por um período para se dedicar às buscas. Ele relatou que, mesmo depois de um ano, não recebeu informações que levassem ao paradeiro da mãe.

Investigação segue sem atualização pública

A Polícia Civil de Minas Gerais teria informado à família que o caso permanece em investigação, conforme a reportagem do G1. Até a publicação da matéria original, não havia atualização pública sobre novas pistas ou sobre a localização de Marlene.

Levantamento do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos de Minas Gerais, citado pelo G1, aponta que Juiz de Fora registrou quase 500 ocorrências de desaparecimento entre janeiro de 2025 e julho de 2026.

Como informar ou registrar um desaparecimento

Quem tiver qualquer informação sobre Marlene da Silva Santos pode acionar a Polícia Militar pelo telefone 190, usar o Disque-Denúncia 181 ou procurar uma delegacia. A Polícia Civil de Minas Gerais informa que não é necessário aguardar 24 horas para registrar o desaparecimento: a orientação é procurar uma unidade policial assim que houver quebra da rotina e ausência de informações sobre o paradeiro da pessoa.

Para o registro, a PCMG orienta que familiares levem, sempre que possível, documentos e uma foto recente da pessoa desaparecida. O caso de Marlene continua sob apuração.

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