Mãe se pronuncia após tumulto em avião envolvendo lugar da janela
Aline, mãe de três crianças, explicou sua versão sobre a confusão e afirmou que o caso foi mal interpretado.
06/12/2024 às 20:32por Redação Plox
06/12/2024 às 20:32
— por Redação Plox
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A confusão em um voo da Gol começou quando o filho mais novo de Aline, de 4 anos, insistiu em sentar próximo à avó em um assento de janela que pertencia a outra passageira, Jeniffer Castro. Aline destacou que em nenhum momento pediu diretamente à Jeniffer que cedesse o lugar, afirmando que houve uma má interpretação da situação. “Quero deixar claro que, em nenhum momento, eu pedi, nem me direcionei à Jeniffer. Ela sabe disso [...] Ninguém da família gravou vídeo”, declarou Aline, em entrevista ao portal Leo Dias.
Mãe se manifestou sobre tumulto em aeronave Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais/ Leo Dias
Filho mais velho enfrentou constrangimento antes do voo Aline revelou que o episódio foi antecedido por um problema envolvendo seu filho mais velho, que é cadeirante. A companhia aérea designou a ele um assento que não atendia suas necessidades, o que gerou um momento de tensão para a mãe. Após resolver o problema com a empresa, Aline retornou para conferir os assentos atribuídos à família, percebendo então que o filho mais novo estava sentado em um lugar que não lhe pertencia.
Confusão envolvendo a criança e o assento De acordo com Aline, o filho de 4 anos acreditava que o assento da Jeniffer era seu, já que estava ao lado da avó. “Na cabeça dele, ele achou que o lugar era dele [...] expliquei várias vezes que aquele não era o assento dele e corrigi o comportamento dele”, disse. Apesar de explicar repetidamente ao filho que o assento não era seu, ele insistiu em querer permanecer no lugar próximo à avó.
Criança se machuca durante o tumulto No momento da confusão, Arthur, o filho de 4 anos, tentou resistir à mudança de lugar e acabou se machucando. Aline afirmou que estava focada em acalmar a criança e colocá-lo no cinto de segurança. “Eu não vi gravação de vídeo nenhum. Estava tentando fazer com que Arthur colocasse o cinto e parasse de chorar, porque sei como é irritante uma criança chorando”, explicou.
Passageiros tentaram mediar a situação Outros passageiros sugeriram trocas de assentos para resolver a situação, mas o filho de Aline insistia em querer o lugar da Jeniffer, que, por sua vez, preferiu manter seu assento. Aline ressaltou que seu filho possuía um lugar na janela, mas queria sentar perto da avó, o que acabou gerando o desconforto.
Declaração sobre gravações e insultos Aline negou qualquer envolvimento em gravações ou ofensas dirigidas à Jeniffer, mencionando que outra passageira, que usava uma camisa de ONG, foi quem insultou a jovem. Ela também reforçou que nenhum membro de sua família gravou vídeos ou se dirigiu diretamente à Jeniffer.
Encerramento do pronunciamento Finalizando sua declaração, Aline apontou que toda a situação foi mal interpretada. Ela reafirmou que tentou, a todo momento, corrigir o comportamento do filho e esclarecer os mal-entendidos gerados durante o voo.