PEC do fim da escala 6x1 é aprovada na Câmara; veja a lista dos 22 deputados que votaram contra
Texto reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas e segue agora para votação no Senado, também em dois turnos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está acompanhando de perto o aumento de casos de metapneumovírus (HMPV) na China. A doença respiratória, que circula há mais de seis décadas, causa sintomas leves na maioria dos casos, mas pode evoluir para quadros graves, como pneumonia. Atualmente, não há tratamentos específicos ou vacinas disponíveis para combatê-la.

Hans Kluge, diretor regional da OMS para a Europa, afirmou que a organização está em contato constante com as autoridades de saúde chinesas para monitorar a situação. Embora os casos observados neste inverno tenham gerado preocupação, a OMS destacou que a escala e intensidade do surto são menores do que no mesmo período do ano passado.
Kluge reforçou a necessidade de comunicação rápida e transparente em questões de saúde pública, especialmente em um mundo interconectado. Ele também destacou a importância de informações confiáveis para combater a desinformação e apoiar uma resposta eficaz às emergências sanitárias.
Especialistas explicam que o HMPV não é uma nova ameaça. O vírus é amplamente conhecido pela comunidade médica e tem circulação global há mais de 60 anos. Ele geralmente provoca sintomas leves, como tosse e febre, mas pode progredir para complicações graves em pessoas com imunidade comprometida, especialmente crianças e idosos.
Apesar do aumento recente dos casos na China, autoridades locais ressaltam que o HMPV não apresenta o mesmo nível de ameaça que o coronavírus no início da pandemia. Ao contrário da covid-19, o metapneumovírus já é reconhecido, e muitas pessoas possuem algum nível de resposta imunológica ao patógeno.