Não perca nenhuma notícia que movimenta o Brasil e sua cidade.
É notícia? tá no Plox
Famosos
Ex-modelo húngara desabafa sobre demora em exame de DNA de suposta filha de Neymar
Gabriella Gáspár reclama da lentidão no reconhecimento de paternidade de Jázmin Zoé, de 12 anos, critica antigos advogados e diz esperar desfecho do caso na Justiça em 2026
07/01/2026 às 08:27por Redação Plox
07/01/2026 às 08:27
— por Redação Plox
Compartilhe a notícia:
O ano começa com balanços, resoluções e, no caso de Gabriella Gáspár, um apelo público. A ex-modelo húngara voltou às redes sociais para desabafar sobre a demora no resultado do exame de DNA da filha, Jázmin Zoé, de 12 anos, que ela afirma ser filha de Neymar.
Em um longo texto publicado no Instagram, Gabriella falou sobre a expectativa em torno da confirmação da paternidade, descreveu como se sente diante da espera, relatou o sofrimento da menina por ainda não ser reconhecida oficialmente e lembrou que o processo corre em segredo de Justiça no Brasil.
Gabriella Gáspár usou o Instagram, neste início de ano, para lamentar a demora nos resultados do exame da filha, Jázmin Zoé, de 12 anos
Foto: Reprodução
Mãe relata trajetória em busca de reconhecimento
Quando o caso veio a público, Gabriella contou que trabalhava como modelo e que teria vivido um breve affair com o jogador, à época no Santos, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em 2013. Desde então, segundo ela, a busca seria por um único objetivo: o reconhecimento da paternidade de Jázmin.
No desabafo, a húngara afirma que tenta há anos um contato direto com o atleta e com seus familiares por meio das redes sociais, enviando fotos da filha ao longo do crescimento. De acordo com o relato, porém, nenhuma tentativa de aproximação teria sido respondida, o que a levou a ingressar com uma ação judicial em São Paulo, sob segredo de Justiça.
Ela também narra que, por não viver no Brasil e não falar português, sempre dependeu de tradutores para acompanhar o caso, o que teria dificultado o entendimento sobre tudo o que era divulgado na imprensa.
Críticas à antiga defesa e pedido de desculpas
Gabriella afirma que nem sempre contou com o suporte jurídico adequado e diz que a antiga equipe de advogados expôs indevidamente petições e detalhes do processo em reportagens publicadas no Brasil, o que considera ter sido uma fase dolorosa e frustrante.
No texto, ela se dirige diretamente ao jogador ao afirmar que algumas declarações feitas por sua antiga representação não teriam seu aval. A húngara diz ainda que as manifestações públicas anteriores não ocorreram com seu conhecimento.
Nova equipe jurídica e sigilo reforçado
Morando na Hungria com a filha, Gabriella relata que decidiu trocar de representação legal e passou a ser atendida por um escritório sediado na Alemanha, indicado por amigos. Ela conta que a escolha se deu, entre outros motivos, pela atuação em toda a Europa.
Desde janeiro de 2025, segundo o desabafo, mãe e filha são representadas por essa nova equipe, que também teria integrado advogados baseados no Brasil para fazer a interlocução com o Judiciário brasileiro e com o time jurídico do jogador.
Com a mudança, Gabriella afirma que passou a acompanhar de perto cada andamento do processo e destaca que, há cerca de um ano, nenhuma nova informação foi repassada à imprensa, em respeito ao segredo de Justiça e à proteção da filha.
Demora no DNA e entraves entre dois países
Ao tratar da tramitação, Gabriella menciona a lentidão da Justiça brasileira e cita a coleta do DNA como uma das etapas mais demoradas. Segundo o relato, o procedimento envolveu a cooperação entre o Judiciário do Brasil e o da Hungria, por motivos que ela diz não poder detalhar.
Ela sustenta que a filha poderia ter sido poupada de parte desse desgaste caso tivesse recebido, ao menos, duas passagens aéreas para ir ao Brasil e realizar diretamente o exame, sem depender da burocracia entre dois países. Mesmo sem entrar em pormenores, Gabriella ressalta que o momento da coleta já foi superado e que agora aguarda os próximos passos a serem definidos pela Justiça brasileira ou a possibilidade de um acordo.
Dor, espera e expectativas para o futuro
Ao longo do texto, Gabriella insiste no sofrimento emocional envolvido na disputa judicial. Ela diz que a dor de tentar provar a verdade por tantos anos é “indescritível” e relata que a filha não guardaria rancor do jogador, mas não entenderia por que ele não a procura, sobretudo ao vê-lo demonstrando carinho público pelos filhos reconhecidos.
Para a mãe, é especialmente difícil acompanhar o crescimento de Jázmin, informada desde pequena sobre quem seria seu pai, mas ainda sem a paternidade registrada em sua documentação oficial, enquanto observa imagens de afeto da família brasileira nas redes sociais. O que, na visão de Gabriella, poderia ter sido resolvido de forma rápida e discreta acabou se transformando em uma longa batalha nos tribunais.
O processo segue em segredo de Justiça em São Paulo, e Gabriella afirma que não pode revelar detalhes. Com a etapa de coleta de DNA já cumprida, ela diz ter esperança de que, em 2026, a disputa chegue ao fim e que a filha possa, enfim, obter o abraço que espera.
Gabriella Gáspár usou o Instagram, neste início de ano, para lamentar a demora nos resultados do exame da filha, Jázmin Zoé, de 12 anos
Foto: Reprodução
Gabriella Gáspár usou o Instagram, neste início de ano, para lamentar a demora nos resultados do exame da filha, Jázmin Zoé, de 12 anos
Foto: Reprodução
Regras de sigilo e lembrança das polêmicas
No desfecho do desabafo, Gabriella menciona ultimatos da Justiça brasileira em relação ao vazamento de informações e afirma que ambas as partes foram alertadas sobre eventuais penalidades. Ela reforça que a discrição vem sendo mantida há um ano.
O caso ganhou novos capítulos a partir de 2024, quando a húngara passou a usar as redes para cobrar publicamente o jogador e explicar as dificuldades que dizia enfrentar para realizar o exame de DNA, inclusive organizando uma vaquinha para custear despesas relacionadas ao procedimento.
Na época, Gabriella argumentou que não tinha feito o teste por conta de burocracias. Mesmo após o envio de material genético do atleta a um laboratório por determinação judicial, ela teria se recusado a realizar o exame, o que ampliou a repercussão do caso e alimentou questionamentos em torno de todo o processo.