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O governo federal atualizou a chamada “lista suja” do trabalho escravo, cadastro público que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.
Atualização inclui 169 novos empregadores
Nesta atualização, foram incluídos 169 novos empregadores. Entre os nomes que passam a constar no cadastro estão o cantor Amado Batista e a montadora chinesa BYD. Com a atualização, o total passa a girar em torno de 613 empregadores na lista.
Segundo os dados divulgados, os novos casos incluídos resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores.
As atividades com mais registros nesta atualização foram serviços domésticos, criação de bovinos para corte, cultivo de café, construção de edifícios e também serviços de preparação de terreno, cultivo e colheita.
A lista também teve baixas: 225 empregadores foram retirados porque completaram os dois anos de inclusão previstos no cadastro.
Os casos desta atualização aconteceram entre 2020 e 2025, em 22 estados. Minas Gerais aparece com o maior número de empregadores incluídos, seguida por São Paulo, Bahia, Paraíba e Pernambuco, entre outros.
A “lista suja” é divulgada duas vezes por ano — em abril e outubro — pelo Ministério do Trabalho, com o objetivo de dar transparência aos resultados das fiscalizações de combate ao trabalho escravo.
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