Suzane von Richthofen reaparece em documentário inédito da Netflix e revisita assassinato dos pais

Condenada a 39 anos de prisão, ela dá depoimento em longa de duas horas exibido apenas em pré-lançamento restrito e ainda sem data oficial de estreia

07/04/2026 às 09:33 por Redação Plox

Mais de 20 anos após participar do assassinato dos próprios pais, Suzane von Richthofen, hoje com 42 anos, volta a aparecer em um documentário inédito no qual revisita o crime que resultou em uma condenação de 39 anos de prisão — atualmente em regime aberto. Trechos da produção que circulam nas redes sociais chamam atenção pela postura alegre e descontraída da condenada.

Suzane von Richthofen

Suzane von Richthofen

Foto: Reprodução/Netflix


Documentário da Netflix ainda não tem data de estreia

A produção é um longa-metragem de duas horas feito pela Netflix e dá espaço para que Suzane reconte a história sob a própria perspectiva. Até o momento, o documentário foi exibido apenas em um pré-lançamento restrito e ainda não tem data oficial para estreia no streaming.

Relato sobre infância e ambiente familiar

Eu vivia estudando… não tinha demonstração de amor

Suzane von Richthofen

No documentário, Suzane descreve a infância em uma casa que, segundo ela, era marcada por frieza emocional e cobranças. Ao retratar os pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ela os apresenta como distantes e diz que os conflitos eram frequentes.

Ela também afirma ter presenciado o pai agredindo a mãe, episódios que compõem a narrativa de um ambiente familiar deteriorado. O tom do depoimento, porém, levanta questionamentos ao sugerir uma tentativa de contextualizar — e até suavizar — o caminho até o crime.

Relação com Daniel Cravinhos como ponto de virada

Em outro trecho, Suzane diz que o relacionamento com Daniel Cravinhos “ocupou todos os espaços” de sua vida e apresenta o namoro como um divisor de águas. Segundo ela, a relação com os pais se agravou à medida que o envolvimento com Daniel avançava, com mentiras, confrontos e até agressões.

Ela afirma ainda que levava uma vida dupla e que via no namorado uma forma de escapar do ambiente familiar.

Ao abordar o crime, Suzane tenta se desvincular do planejamento

Ao falar diretamente sobre o assassinato, cometido em 31 de outubro de 2002 pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, Suzane tenta se distanciar de aspectos do planejamento, afirmando que não teria relação com a arma usada no crime.

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