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Em entrevista às emissoras de rádio na terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou forte condenação às ações de indivíduos que disseminam notícias falsas durante os temporais devastadores no Rio Grande do Sul.

As enchentes já deixaram 90 mortos e afetaram cerca de 1,3 milhão de pessoas. Lula descreveu tais ações como “um jogo de pessoas que estão apostando na desgraça”, lamentando a situação crítica no estado. No programa "Bom dia, presidente", produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o presidente denunciou a propagação de fake news como "canalha", reforçando que "o Brasil não merece ser palco dessa indústria de fake news".
crítica ao ex-presidente
Aproveitando a ocasião, Lula criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro, recordando que, durante as enchentes na Bahia em dezembro de 2021, Bolsonaro estava de férias e foi visto em um jet ski. “Me preocupa ver a liderança do país em lazer enquanto nosso povo enfrenta desastres tão severos”, comentou.
medidas de auxílio
Lula anunciou que o governo federal está avaliando a liberação de crédito extraordinário para auxiliar o Rio Grande do Sul, mas explicou que os prefeitos das cidades afetadas e o governador Eduardo Leite ainda não têm uma estimativa exata dos danos. “Só poderemos fazer um balanço real dos prejuízos quando a água baixar”, ressaltou o presidente.
Além disso, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que reconhece o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul até 31 de dezembro, permitindo ao governo federal despesas extraordinárias para a recuperação.
impacto na produção agrícola
Lula também expressou preocupação com os impactos das enchentes na produção de arroz e feijão. “A chuva certamente atrasou a colheita no Rio Grande do Sul. Pode ser necessário importar para evitar um aumento dos preços que afete o bolso dos brasileiros”, advertiu Lula, destacando a necessidade de manter os preços estáveis para a população.