Presidente da Usiminas fala sobre necessidade de política antidumping
Plano foi apresentado pelo presidente Marcelo Chara em meio a alerta sobre pressão competitiva do aço chinês e necessidade de reforçar a competitividade da operação no Brasil.
Um estudo do Centro Odontológico Nacional de Singapura e da Duke-NUS Medical School indica que conservar os dentes naturais pode ajudar a manter a independência por mais tempo. Publicada no Journal of Epidemiology and Community Health, a pesquisa acompanhou mais de 3 mil adultos com mais de 60 anos e identificou uma associação entre a retenção dentária e a qualidade de vida.
Imagem ilustrativa.
Foto: Freepik.
De acordo com o levantamento, idosos que mantiveram de 20 a 32 dentes naturais viveram significativamente mais tempo sem limitações em atividades do dia a dia, como tomar banho, vestir-se ou caminhar. Aos 60 anos, isso representou mais de cinco anos adicionais de vida independente.
O benefício diminui gradualmente com o avanço da idade, mas segue relevante nas décadas dos 70 e 80 anos, segundo os dados acompanhados pelos pesquisadores.
Os autores relataram que a saúde bucal tem um papel amplo no envelhecimento, com impactos sobre a função física, a independência e outros indicadores de saúde e bem-estar. Embora as próteses dentárias ajudem a compensar os efeitos da perda de dentes, os resultados mais expressivos foram observados entre aqueles que conseguiram preservar a dentição natural.
Um outro trabalho, publicado no BMJ Medicine, aponta que, quando o tema é exercício e longevidade, a variedade pode ser tão importante quanto o volume. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 110 mil participantes em dois estudos de longa duração: o Nurses' Health Study (1986-2018) e o Health Professionals Follow-Up Study (1986-2020).
Os dados indicam que pessoas com uma gama mais ampla de atividades físicas — incluindo caminhada, musculação, esportes de raquete e jardinagem — apresentaram menor risco de morte. Entre os que tinham maior diversidade na rotina, o risco de mortalidade por todas as causas foi 19% menor, mesmo após considerar o volume total de exercícios.