Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
Empresa ligada a filme de Bolsonaro repassou R$ 26 milhões a firma apontada como lavadora do PCC, afirma site.
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Os depósitos teriam ocorrido entre fevereiro e abril de 2025. A Entre Investimentos está em nome de Antônio Carlos Freixo Junior e aparece nas apurações sobre o caminho do dinheiro que teria sido usado para apoiar a produção do longa, conforme versão já apresentada por Flávio Bolsonaro sobre a busca de patrocínio privado para o filme.
A ACX ITC Serviços de Tecnologia Ltda. está registrada em nome de Ericsson Azevedo, de 50 anos. Segundo o relatório citado pelo Metrópoles, ele admitiu ter atuado como laranja no negócio. O documento policial aponta que a empresa integrava um grupo usado para movimentações financeiras suspeitas, fora dos mecanismos regulares de controle.
ACX ITC Serviços de Tecnologia Ltda, está registrada em nome de um vendedor de rabiola, usado como laranja, de acordo com o site.
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Ainda conforme a apuração, comunicação do Coaf indicou que a ACX movimentou R$ 918.378.510. No mesmo relatório, a Polícia Civil afirma que havia “fortes indícios” de envolvimento da empresa com recursos oriundos do tráfico. A ACX também teria recebido valores enviados pela Entre Investimentos, conforme o documento policial.
A produtora GOUP Entertainment, responsável por Dark Horse, negou em nota ter recebido recursos de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ou de qualquer empresa sob controle dele. A produtora afirmou que o filme foi estruturado como projeto privado, sem uso de recursos públicos, e disse que conversas ou tratativas com possíveis apoiadores não significam investimento efetivado.
Produtora nega dinheiro de Vorcaro.
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Flávio Bolsonaro também declarou anteriormente que a busca de recursos para a produção foi uma iniciativa privada, sem contrapartida ou dinheiro público. À Reuters, ele afirmou que Vorcaro havia se comprometido a apoiar o projeto, mas negou relação do acordo com as investigações envolvendo o banqueiro.
A investigação estadual, chamada Operação Saturno, foi encaminhada à Polícia Federal por possível conexão com apurações federais envolvendo o Banco Master e outros procedimentos. Segundo o Metrópoles, o juiz Paulo Fernando Deroma De Mello, da 1ª Vara de Organização Criminosa e Lavagem de Bens da capital paulista, concordou com a remessa da documentação à Justiça Federal para evitar duplicidade investigativa e decisões conflitantes.