PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
Ao menos 17 pessoas morreram na China após uma sequência de tempestades, tornados e enchentes atingir regiões do centro e do sul do país entre a noite de segunda-feira (6) e esta terça-feira (7). O balanço mais recente aponta 11 mortes na província de Hubei e outras seis na região de Guangxi, onde chuvas intensas provocaram alagamentos e levaram milhares de moradores a deixar suas casas.
Temporais deixam ao menos 17 mortos na China e obrigam 130 mil a deixar casas.
Ventos fortes atingem cidades de Hubei
Em Hubei, as tempestades ocorreram entre 19h e 23h de segunda-feira, atingindo cidades como Huangshi, Huanggang, Ezhou e Xianning. Segundo a agência estatal Xinhua, algumas áreas registraram tornados e ventos muito intensos, capazes de derrubar estruturas e arrancar coberturas de imóveis.
Algumas áreas registraram tornados e ventos muito intensos, capazes de derrubar estruturas e arrancar coberturas de imóveis.
Foto: Reprodução/FRAME VIDEO
As autoridades locais informaram que 331 moradores ficaram feridos e uma pessoa seguia desaparecida na província. Ao todo, 22 edifícios foram destruídos e outros 4.855 sofreram danos. Equipes de emergência foram mobilizadas para retirar destroços, orientar moradores e evitar novos riscos nas áreas atingidas.
No sul do país, Guangxi também foi fortemente afetada pelas chuvas associadas à tempestade tropical Maysak. Segundo a Associated Press, seis pessoas morreram e 11 estavam desaparecidas na região, onde cerca de 375 mil moradores foram afetados e 130 mil precisaram ser retirados de áreas de risco.
Autoridades locais informaram que 331 moradores ficaram feridos e uma pessoa seguia desaparecida na província.
Foto: Reprodução/FRAME VIDEO
A região elevou o alerta para enchentes ao nível máximo nesta terça-feira. Rios ultrapassaram níveis de segurança, áreas rurais ficaram submersas e comunidades tiveram de ser atendidas por equipes em barcos infláveis. Em Nanning, capital de Guangxi, fortes chuvas também provocaram problemas em reservatórios e aumentaram a preocupação com novas inundações.
O presidente chinês, Xi Jinping, pediu que as autoridades concentrem esforços nas operações de resgate, no atendimento aos feridos, no socorro às vítimas e no reassentamento das pessoas desalojadas. A orientação foi divulgada pela mídia estatal em meio à continuidade das buscas e ao risco de novos eventos extremos.
O serviço meteorológico chinês ainda prevê chuva forte em áreas de Hubei, Guangxi e outras províncias nos próximos dias. As equipes de emergência seguem mobilizadas para localizar desaparecidos, acolher moradores deslocados e monitorar encostas, reservatórios e rios que permanecem sob pressão.