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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (7) que a disputa eleitoral será uma “guerra” e declarou encerrada a fase conhecida como “Lulinha paz e amor”. A declaração foi dada durante o evento de comemoração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), em Salvador (BA).
Neste sábado, Lula participou de evento dos 46 anos do PT
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Lula cobrou reação mais firme do partido e de seus aliados no enfrentamento à desinformação nas redes sociais, que, segundo ele, hoje difundem mais prejuízos do que benefícios ao debate público. Na avaliação do presidente, é preciso responder de forma direta às mentiras espalhadas pelos adversários.
Eles são desaforados e nós não podemos ficar sendo quietinhos. Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra, e nós vamos ter que estar preparados para ela
Lula
Ao falar sobre o cenário eleitoral, Lula destacou que o embate deste ano não se limita à disputa por cargos, mas envolve, em sua visão, a própria democracia brasileira. Ele reforçou que o PT precisa organizar e difundir uma narrativa política capaz de dialogar com a sociedade e confrontar o discurso dos oponentes.
O presidente afirmou que o histórico de políticas implementadas por seu campo político não será, por si só, suficiente para garantir a vitória nas urnas. Para ele, a forma como essas ações serão apresentadas e defendidas terá papel decisivo no resultado da eleição.
Lula encerrou seu discurso ressaltando a centralidade da comunicação política na disputa eleitoral e indicou que a estratégia do PT passa por fortalecer essa frente junto à militância e às lideranças partidárias.
A programação de aniversário dos 46 anos do PT começou na quinta-feira (5) e incluiu debates e painéis sobre conjuntura política e rumos do partido. O ato deste sábado reuniu, além de Lula, ministros do governo federal e lideranças de siglas aliadas, como PSB, PCdoB e Psol.
O encontro em Salvador foi tratado internamente como pontapé inicial da pré-campanha de Lula à Presidência nas eleições de 2026, consolidando o evento partidário como vitrine política e espaço de articulação entre o PT e seus aliados.