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Os filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Frei Chico e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, voltaram a ser alvo de investidas da oposição na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.
Frei Chico e Lulinha
Foto: Reproduçã0
Embora pedidos anteriores para convocá-los já tenham sido barrados pela base governista na comissão, parlamentares de oposição articulam uma nova ofensiva para tentar aprovar requerimentos de convocação e ampliar o escopo das investigações.
Integrantes aliados ao governo na CPMI do INSS vêm atuando para rejeitar requerimentos considerados sensíveis ao Palácio do Planalto, entre eles os que miram Frei Chico e Lulinha. A estratégia tem sido garantir maioria nas votações e evitar que a comissão se torne palco para desgastes políticos ao presidente.
A oposição, por sua vez, tenta explorar possíveis brechas no funcionamento da CPMI, buscando novas rodadas de análise de pedidos já rejeitados ou a apresentação de requerimentos com teor semelhante, mas com justificativas ampliadas.
Mesmo após derrotas em tentativas anteriores, parlamentares contrários ao governo indicam que não devem recuar na pressão pela convocação dos filhos de Lula. A expectativa é de que novas sessões da CPMI sejam marcadas por embates em torno da pertinência e do alcance das investigações.
O movimento faz parte de uma estratégia mais ampla da oposição de utilizar comissões de inquérito como instrumento político para constranger o governo e manter em evidência nomes ligados ao presidente, ainda que requerimentos sensíveis encontrem resistência sistemática da base aliada.