MPF quer aumento de pena de reú do 8/1 por DNA encontrado em boné

A Procuradoria busca penas mais severas baseada em evidências forenses

Por Plox

08/04/2024 15h36 - Atualizado há cerca de 1 mês

Após análise da Polícia Federal que vincula DNA a um boné encontrado na Câmara dos Deputados, o Ministério Público Federal pede o aumento da pena para Jony Figueiredo da Silva, envolvido nos atentados golpistas de 8 de Janeiro. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, posicionou-se favoravelmente à acusação.

Foto: Joedson Alves/Agencia Brasil

Contexto da prisão: Silva foi detido em 9 de Janeiro, perto de um acampamento em Brasília, sob acusações de incitar a desordem contra a estabilidade constitucional e formar associação criminosa. O MPF, com novos dados de DNA, alega agora que Silva não apenas estava presente no Congresso Nacional mas também contribuiu para a destruição no local.

Ampliação das acusações: O MPF ampliou as acusações contra Silva, incluindo tentativa de abolir a democracia, golpe de estado, dano qualificado, e ameaça ao patrimônio nacional. Afirma-se que Silva participou ativamente na invasão ao Congresso com intenções de instaurar um regime militar, desafiando os resultados eleitorais de 2022.

Impacto financeiro: Os atos resultaram em prejuízos milionários, estimados em R$ 3,5 milhões no Senado e R$ 2,7 milhões na Câmara dos Deputados, segundo a Procuradoria. O caso, sob análise do plenário virtual da Corte, aguarda votação dos demais ministros.

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