Médico e farmacêutica são presos com canetas emagrecedoras proibidas em clínica na Zona Sul do Rio

Fiscalização encontrou medicamentos vetados pela Anvisa, hormônios importados sem registro e produtos vencidos em clínica de reprodução assistida em São Conrado

08/04/2026 às 08:30 por Redação Plox

Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) prenderam um médico e uma farmacêutica durante uma fiscalização em uma clínica de reprodução assistida na Estrada do Joá, em São Conrado, na Zona Sul do Rio. A ação ocorreu nesta terça-feira (7).

No local, os agentes encontraram canetas emagrecedoras com uso, distribuição e comercialização proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também foram apreendidos hormônios (progesterona) importados da Índia sem registro no país e medicamentos com prazo de validade vencido.


Agentes encontraram canetas emagrecedoras de uso, distribuição e comercialização proibidos no Brasil pela Anvisa, além de hormônios importados sem registro e medicamentos vencidos em clínica em São Conrado

Agentes encontraram canetas emagrecedoras de uso, distribuição e comercialização proibidos no Brasil pela Anvisa, além de hormônios importados sem registro e medicamentos vencidos em clínica em São Conrado

Foto: Reprodução


Fiscalização teve apoio da Vigilância Sanitária

A operação contou com o apoio da Vigilância Sanitária. Segundo a polícia, o médico preso é o proprietário da clínica, identificada como Clínica Origen. Já a farmacêutica detida atuava como responsável técnica da unidade.

Os dois foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça e devem passar por audiência de custódia.

Polícia apura origem e distribuição dos produtos

As investigações continuam para identificar a origem e a cadeia de distribuição dos produtos irregulares. A suspeita é de que as substâncias sejam fornecidas a partir da cidade de São Paulo.

Em função disso, a Polícia Civil do Rio informou que pretende intensificar a troca de informações com as autoridades paulistas.

Equipe da clínica deve ser ouvida

A polícia também pretende ouvir médicos e funcionários da clínica para aprofundar as investigações.

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