Diretor de escola é preso suspeito de estuprar adolescente com TEA na Bahia

Segundo a Polícia Civil, o homem de 48 anos foi detido após investigação iniciada com denúncia da mãe; o caso teria ocorrido dentro de uma escola municipal em Arraial d’Ajuda, distrito turístico de Porto Seguro.

08/05/2026 às 09:59 por Redação Plox

A Polícia Civil da Bahia (PCBA) prendeu, na terça-feira (5), um homem de 48 anos suspeito de estuprar um adolescente de 16 anos diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), no distrito turístico de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro, no litoral sul da Bahia.

Segundo a polícia, o suspeito é diretor de uma escola municipal da região e a vítima seria estudante da instituição.

Homem foi preso no distrito de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro (BA). •

Homem foi preso no distrito de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro (BA). •

Foto: Divulgação | PCBA


Denúncia levou caso à delegacia

De acordo com a PCBA, as investigações começaram após o adolescente relatar à mãe que teria sido vítima de abusos. A mulher procurou uma delegacia e registrou uma denúncia formal contra o diretor.

Abuso teria ocorrido após passeio escolar

O abuso sexual teria sido cometido no dia 24 de abril, dentro da instituição de ensino, após um passeio escolar a uma das praias da cidade. A informação foi publicada pelo Portal G1.

Mandados e apreensão de eletrônicos

Além do mandado de prisão, a polícia cumpriu outros dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito.

Nos locais, foram apreendidos dispositivos eletrônicos, que devem passar por perícia e podem contribuir com o andamento da investigação.

Suspeito se apresentou com advogado e aguarda audiência

O homem se apresentou na 2ª Delegacia Territorial de Arraial d’Ajuda (2ª DT/Arraial d’Ajuda), acompanhado de advogado, onde foi interrogado e preso.

Ele passou pelos procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.

Vítima foi encaminhada para perícia e atendimento

A PCBA informou ainda que o adolescente foi encaminhado para exame pericial e deverá receber atendimento psicossocial no município, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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