Ministério proíbe venda de seis marcas de azeites fraudados

08/07/2019 11:41

Nesta segunda-feira (8), os rótulos Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costaranera e Olivais do Porto devem ser recolhidos do mercado

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O Ministério da Agricultura proibiu a venda de seis marcas de azeite de oliva que foram considerados fraudados e impróprios para o consumo humano. Nesta segunda-feira (8), os rótulos Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costaranera e Olivais do Porto devem ser recolhidos do mercado.

As redes de supermercado e atacado em que esses azeites foram encontrados foram intimadas a informar os estoques existentes. Qualquer rede que for flagrada vendendo os produtos após advertência poderão sofrer multa de R$ 5 mil por ocorrência, mais 400%  sobre o valor comercial dos produtos.

De acordo com o site G1, os distribuidores responsáveis pelas marcas são Rhaiza do Brasil Ltda, Mundial Distribuidora e Comercial Quinta da Serra Ltda, o portal não conseguiu falar com as empresas.

(Foto: reprodução/TV Vanguarda)

(Foto: reprodução/TV Vanguarda)

Em 12 de maio, as marcas fraudadas foram identificadas em uma operação realizada pela polícia em uma fábrica clandestina em Guarulhos, São Paulo-SP. Foram encontradas garrafas das marcas Costanera e Olivais do Porto. Compostos por uma mistura de óleos, os azeites não continham a presença de azeite de oliva.

O Ministério da Agricultura realizou uma força-tarefa, após a descoberta da fábrica, em Curitiba e São Paulo, na qual foram testadas 54 marcas de azeite em grandes redes de infravermelhos, quem fazem a leitura dos ácidos graxos que compõem o produto instantaneamente. Amostras ainda passaram por um aparelho que detecta óleos refinados e misturas, mesmo em níveis muito baixos.

Foram encontradas pela fiscalização azeites fraudados no comércio de oito estados, desde Alagoas até Santa Catarina.

Atualizada às 13h02.



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