PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
A cinebiografia “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), entrou oficialmente no fluxo regulatório para uma possível estreia nos cinemas brasileiros.
Capa do filme 'Dark Horse', que promete retratar Jair Bolsonaro •
Foto: Reprodução/Instagram/@therealjimcaviezel
A Europa Filmes protocolou na Agência Nacional do Cinema (Ancine), em 22 de junho, um pedido de Registro de Obra Estrangeira (ROE), etapa inicial para obras produzidas fora do país que pretendem ser exibidas comercialmente no Brasil.
O pedido ainda não autoriza a exibição do filme.
Pelas regras da Ancine, o ROE funciona como um cadastro prévio da obra estrangeira e é requisito para que a distribuidora avance para a solicitação do Certificado de Registro de Título (CRT), documento necessário para a regular comercialização em salas de cinema e outros mercados regulados.
Depois dessa etapa, o longa ainda precisa passar pela classificação indicativa, feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Só após a conclusão desses trâmites a produção poderá ser lançada comercialmente no país.
Não há, até o momento, data confirmada para estreia.
“Dark Horse” tem o ator norte-americano Jim Caviezel no papel de Jair Bolsonaro e é apresentado como uma produção sobre a trajetória política do ex-presidente, com foco na campanha eleitoral de 2018 e no atentado sofrido por ele em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.
O filme também ganhou repercussão fora do campo cultural após reportagens sobre áudios e mensagens atribuídos ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), envolvendo tentativas de captação de recursos junto ao empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.
Em manifestações publicadas pela imprensa, Flávio negou irregularidades e afirmou que se tratava de uma iniciativa privada.
A Europa Filmes aparece registrada na Ancine desde 2010 e já atua no mercado nacional de distribuição.
A agência não comenta o mérito de pedidos ainda em análise, e o andamento do processo dependerá do cumprimento das exigências administrativas previstas para obras estrangeiras.