STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A noite de quarta-feira (7) foi marcada por um homicídio no bairro Icaivera, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Um homem de 27 anos foi baleado várias vezes dentro de um carro e morreu após ser levado a uma unidade de saúde.
Ele pretendia ir a um cartório para registrar o filho recém-nascido e, em seguida, comprar roupas para a criança, oferecendo-se para ajudar a abastecer o veículo.
Foto: Divulgação
De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), uma testemunha relatou que a vítima havia pedido carona a um conhecido para resolver pendências pessoais. Ele pretendia ir a um cartório para registrar o filho recém-nascido e, em seguida, comprar roupas para a criança, oferecendo-se para ajudar a abastecer o veículo.
Como o amigo estava com a Carteira Nacional de Habilitação vencida, o pai dele assumiu a direção do carro. Durante o trajeto, uma motocicleta com dois ocupantes passou a acompanhar o veículo. Ao notar que estava sendo seguida, a vítima demonstrou preocupação e pediu que o motorista acelerasse, dizendo que os ocupantes da moto queriam matá-la.
O condutor tentou fugir, fechou os vidros e aumentou a velocidade, mas precisou reduzir devido ao trânsito intenso na região. Nesse momento, a motocicleta se aproximou e o passageiro efetuou cerca de dez disparos, atingindo o homem de 27 anos.
Após os tiros, o carro seguiu para a UPA Vargem das Flores. No local, foi informado que o motorista também havia sido atingido nas costas. Ele recebeu atendimento médico e foi transferido para o Hospital Municipal de Contagem. O amigo da vítima foi atendido e liberado em seguida.
A vítima chegou à unidade de saúde com múltiplos ferimentos por arma de fogo no peito e não resistiu. Segundo a PM, o autor dos disparos teria feito contato telefônico posteriormente, afirmando que o alvo era apenas o homem que morreu e que o crime estaria ligado a uma desavença de natureza pessoal.
A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais esteve no local, realizou os trabalhos técnicos e liberou o veículo. Até o encerramento da ocorrência, ninguém havia sido preso, e não havia informações sobre possíveis antecedentes criminais da vítima.