Bebê morre afogado em piscina durante festa do próprio aniversário em São Carlos (SP)

Criança caiu na piscina perto do fim da confraternização, foi socorrida por familiares e equipes de emergência, mas morte foi confirmada no Hospital Universitário.

09/02/2026 às 19:35 por Redação Plox

A comemoração do primeiro ano de vida de um bebê terminou em tragédia na noite de sábado (7), em São Carlos (SP). A criança morreu após se afogar na piscina da chácara onde a família realizava a festa, no bairro Loteamento Aracê de Santo Antônio II.

Bebe morreu afogado no dia de seu aniversário

Bebe morreu afogado no dia de seu aniversário

Foto: Redes Sociais


O que aconteceu

Segundo o registro policial, o afogamento ocorreu quando a confraternização já se encaminhava para o fim. Os pais relataram que, enquanto a mãe organizava itens da comemoração e o pai estava com a criança, houve um intervalo curto em que o bebê não foi percebido e acabou chegando à área da piscina. Ele foi encontrado dentro d’água por familiares.

Socorro e atendimento

Após a criança ser retirada da piscina, convidados iniciaram as tentativas de reanimação até a chegada do atendimento especializado. Equipes de emergência prosseguiram com os procedimentos e levaram o bebê ao Hospital Universitário, mas a morte foi confirmada na unidade.

O que dizem as autoridades

A Polícia Civil investiga o caso e requisitou perícia no local e exame necroscópico para apurar as circunstâncias da morte. A ocorrência foi registrada como morte acidental e morte suspeita, classificação usada quando é preciso esclarecer, com laudos e diligências, a dinâmica do que ocorreu.

Alerta de prevenção

Órgãos e entidades de referência reforçam que a prevenção passa por supervisão constante e barreiras físicas. Em material educativo, o Corpo de Bombeiros orienta que piscinas em residências fiquem totalmente cercadas e com portão trancado, além de evitar deixar objetos que “atraiam” crianças perto da borda.

A Sociedade Brasileira de Pediatria também alerta para o risco de crianças ficarem sozinhas em ambientes aquáticos, destacando que a atenção de um adulto precisa ser contínua, mesmo em situações aparentemente controladas.

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