Polícia Civil prende em Ipatinga mulher acusada de estupro de vulnerável contra sobrinha

Segundo a PCMG, os crimes teriam ocorrido entre 2021 e 2024 na zona rural de Mesquita; investigação aponta violência sexual e tentativa de coação para impedir denúncia

09/03/2026 às 06:13 por Redação Plox

A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da Delegacia de Mesquita, prendeu em Ipatinga, nesta quinta-feira (05), uma mulher de 38 anos acusada de estupro de vulnerável e coação no curso do processo. A vítima é a própria sobrinha da investigada, uma criança que tinha 7 anos de idade quando os abusos teriam começado. A prisão foi realizada em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Única da Comarca de Mesquita.

A apuração também indicou que, após a criança relatar os abusos a familiares, parte do núcleo familiar passou a defender a suspeita e a constranger a vítima para que não levasse o caso ao conhecimento das autoridades, o que caracteriza o crime de coação no curso do processo.

A apuração também indicou que, após a criança relatar os abusos a familiares, parte do núcleo familiar passou a defender a suspeita e a constranger a vítima para que não levasse o caso ao conhecimento das autoridades, o que caracteriza o crime de coação no curso do processo.

Foto: Divulgação/Polícia Civil


De acordo com a Polícia Civil, os crimes teriam ocorrido entre 2021 e 2024, na zona rural de Mesquita, período em que a criança tinha entre 7 e 10 anos. A suspeita, que é tia e madrinha da vítima, teria se aproveitado do vínculo familiar e da relação de confiança para praticar reiterados atos de natureza sexual contra a criança.

Laudo confirma violência sexual

Durante o inquérito, a Polícia Civil de Minas Gerais reuniu elementos que, segundo a corporação, comprovam as condutas atribuídas à investigada, entre eles um laudo médico-pericial que apontou a ocorrência de violência sexual na vítima.

A apuração também indicou que, após a criança relatar os abusos a familiares, parte do núcleo familiar passou a defender a suspeita e a constranger a vítima para que não levasse o caso ao conhecimento das autoridades, o que caracteriza o crime de coação no curso do processo.

Prisão preventiva e encaminhamento ao sistema prisional

Com base no conjunto de provas reunidas pela Polícia Civil, o Ministério Público representou pela prisão preventiva da investigada, pedido que foi acatado pelo Judiciário. A equipe da Delegacia de Mesquita, com apoio da Inspetoria de Ipatinga, cumpriu o mandado em 05/03/2026, realizando a prisão da suspeita, que foi encaminhada ao sistema prisional.

A mulher responderá pelo crime hediondo de estupro de vulnerável, supostamente praticado de forma reiterada, além do delito de coação no curso do processo.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a