Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
O senador Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação e integrante da coordenação política da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reconheceu o desgaste do PT em Minas Gerais e defendeu que a disputa pelo governo mineiro seja conduzida por um nome de outro partido do campo aliado.
Ministro da Educação, Camilo Santana.
Foto: • Wilson Dias/Agência Brasil
Em entrevista ao jornal O Globo, repercutida pela Itatiaia, Camilo avaliou que a passagem do PT pelo governo de Minas, na gestão de Fernando Pimentel, deixou uma marca negativa para a legenda no estado.
muito ruim Ele afirmou que a avaliação do partido em Minas foi
e disse considerar mais adequada uma candidatura construída dentro do arco de alianças, mas fora da sigla petista.
A fala expõe um dos principais dilemas da base lulista em Minas para as eleições de 2026. O estado é estratégico na disputa presidencial e, ao mesmo tempo, tem sido tratado por aliados do Planalto como um território em que o PT enfrenta dificuldades para liderar sozinho uma candidatura competitiva ao Palácio Tiradentes.
Camilo também comentou a posição da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), que tem resistido à ideia de disputar o governo estadual e vem se colocando como pré-candidata ao Senado. Para o senador, Marília seria hoje o nome mais competitivo do PT em Minas, mas a decisão dela ainda pesa nas articulações.
Ao defender que há momentos em que lideranças têm
missão a cumprir Ao defender que há momentos em que lideranças têm
, Camilo comparou o caso mineiro ao movimento feito por Fernando Haddad em São Paulo. Haddad deixou o Ministério da Fazenda para disputar novamente o governo paulista, mesmo após ter indicado resistência inicial à candidatura.
Além de Marília, outros nomes aparecem nas conversas da base governista em Minas. Segundo a Itatiaia, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, tem dialogado com pré-candidatos como Jarbas Soares (PSB) e Gabriel Azevedo (MDB), enquanto a direção estadual petista ainda deve ser ouvida antes de uma definição.
A escolha do palanque em Minas deve passar pela tentativa de equilibrar dois objetivos: reduzir a rejeição associada ao PT no estado e garantir uma estrutura eleitoral forte para Lula. Até o momento, não há definição oficial sobre quem será apoiado pelo grupo na disputa pelo governo mineiro.