Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, investigação que apura suspeitas envolvendo o Banco Master. A nova etapa mira indícios de uma atuação coordenada em redes sociais para tentar comprometer a credibilidade do Banco Central do Brasil, órgão responsável pela supervisão do sistema financeiro.
Sede do Banco Central
Foto: (Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
De acordo com a PF, dois mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estão sendo cumpridos em Brasília. A revista Veja informou que um dos alvos é o publicitário Thiago Miranda.
A corporação afirma que a investigação também apura uma possível organização criminosa voltada à intimidação de jornalistas, monitoramento ilícito de pessoas ligadas a autoridades públicas, obtenção indevida de informações sigilosas e medidas para interferir em investigações criminais.
Segundo a Polícia Federal, os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes contra o sistema financeiro nacional, organização criminosa, embaraço à investigação de organização criminosa e outros delitos relacionados, incluindo possíveis violações de dados e de dispositivos informáticos.
A operação ocorre em meio aos desdobramentos do caso Master, que passou a ser investigado após suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o banco. Em fases anteriores, a apuração avançou sobre possíveis fraudes, lavagem de dinheiro e relações de influência ligadas à instituição.
O caso também passou a envolver suspeitas de uso de influenciadores digitais para questionar publicamente a atuação do Banco Central. Em janeiro, a CNN Brasil noticiou que influenciadores afirmaram ter recebido propostas para publicar conteúdos contra a liquidação extrajudicial do Banco Master determinada pelo BC. A proposta teria sido chamada de “Projeto DV”, em referência às iniciais de Daniel Vorcaro, dono do banco.
As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Federal, com autorização do Supremo, e ainda não há conclusão sobre a responsabilidade dos investigados citados na nova etapa da operação.