PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
O dólar operava perto de R$ 5,14 na manhã desta quinta-feira (9), em leve queda diante do real, enquanto investidores acompanhavam a nova escalada militar entre Estados Unidos e Irã no entorno do Estreito de Ormuz. Na véspera, a moeda americana fechou praticamente estável, a R$ 5,1484, em queda de 0,11%, segundo levantamento do InfoMoney com dados de mercado.
O movimento ocorre em um dia de atenção redobrada ao petróleo. No acompanhamento em tempo real do Investing.com, o par dólar/real aparecia na faixa de R$ 5,14, enquanto os contratos futuros do Brent seguiam em torno de US$ 78 o barril, com variação positiva na manhã desta quinta.
Dólar, moeda norte-americana
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais sensíveis para o comércio global de energia. A Reuters informa que, antes do conflito envolvendo o Irã, cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo e gás natural liquefeito passava pela região, o que aumenta o peso de qualquer ameaça à navegação no local.
O Comando Central dos Estados Unidos afirmou que realizou, em 8 de julho, uma nova rodada de ataques contra alvos militares iranianos para reduzir a capacidade do Irã de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz. Segundo o órgão militar americano, cerca de 90 alvos foram atingidos, incluindo sistemas de defesa aérea, estruturas de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura logística militar.
A Reuters também registrou que os preços do petróleo passaram a oscilar enquanto o mercado avaliava os impactos dos ataques americanos e da resposta iraniana, em um cenário que pode afetar negociações para reabrir plenamente o tráfego no Estreito de Ormuz. Fontes do setor de seguros marítimos ouvidas pela agência indicaram que algumas empresas chegaram a orientar armadores a suspender temporariamente viagens pela região.
No Brasil, o reflexo imediato é acompanhado principalmente pelo câmbio, pelos contratos de petróleo e por ações de empresas ligadas a commodities. A atenção do mercado segue voltada à segurança da navegação no Golfo, à resposta do Irã e à possibilidade de novos desdobramentos militares ou diplomáticos nos próximos dias.