PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
Advogado pede R$ 50 mil da União após falso alerta de “misantropia” tocar no celular.
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Ação aponta falha em serviço público
Segundo reportagem do Metrópoles, Trovão afirma no processo que o episódio provocou pânico, taquicardia, ansiedade e abalo emocional, fazendo com que ele passasse praticamente toda a madrugada acordado. Na ação, o advogado sustenta que o caso não se limita a uma mensagem equivocada, mas indicaria falha na segurança da estrutura pública usada para transmitir alertas oficiais à população.
Ação aponta falha em serviço público.
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O advogado também argumenta que uma eventual invasão ou ataque hacker não afastaria, na avaliação dele, a responsabilidade da União pelo funcionamento do sistema. Para Trovão, a falha pode comprometer a confiança da população em futuros avisos oficiais, inclusive em situações reais de emergência.
Além da indenização por danos morais, o advogado pede que a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) apresente informações técnicas sobre o incidente, incluindo as medidas adotadas depois do disparo indevido. Não há, até o momento, informação pública sobre decisão judicial no pedido apresentado por ele.
Pedido envolve indenização e informações técnicas.
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O falso alerta foi enviado entre a noite de 19 e a madrugada de 20 de junho para celulares em várias regiões do país. À época, a Defesa Civil Nacional e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informaram que a plataforma Defesa Civil Alerta foi retirada do ar à 1h30, depois de uma invasão e do envio remoto de mensagens por alguém sem vínculo com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
A mensagem apareceu como “Alerta Extremo”, categoria usada para situações de risco grave e imediato à vida. Nessa modalidade, o aviso se sobrepõe ao conteúdo exibido no aparelho e pode emitir som mesmo com o celular em modo silencioso. O termo “misantropia” significa aversão, desconfiança ou rejeição à humanidade e não tinha relação com ocorrência climática ou situação real de risco.
A Polícia Federal apura a origem dos disparos e tenta identificar se a invasão foi feita por uma pessoa ou por grupo articulado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também acompanha o caso, que segue sob investigação.