PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
Junho de 2026 foi o mais quente já registrado na Europa Ocidental, aponta Copernicus.
Foto: Reprodução/FRAME VIDEO
O levantamento aponta que uma onda de calor intensa atingiu grande parte da Europa Ocidental e Central na segunda metade de junho. O episódio levou à quebra de recordes mensais e, em alguns países, também de máximas diárias históricas. França, Alemanha, Espanha, Itália e países do Benelux aparecem entre as áreas com maiores anomalias de temperatura, com valores entre 3°C e 5°C acima do normal para o período.
Calor extremo marcou a segunda metade do mês.
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Na Europa como um todo, a temperatura média em áreas terrestres foi de 19,14°C, o segundo maior valor já registrado para junho. O número ficou 1,78°C acima da média histórica do mês, atrás apenas de junho de 2019, quando a média europeia chegou a 19,23°C.
O Copernicus também registrou temperatura recorde da superfície do mar para um mês de junho nos oceanos extra-polares, faixa monitorada entre 60°S e 60°N. A média foi de 20,86°C, ligeiramente acima do recorde anterior, observado em junho de 2024.
França, Alemanha, Espanha, Itália e países do Benelux aparecem entre as áreas com maiores anomalias de temperatura.
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Segundo o serviço europeu, as temperaturas elevadas no mar estiveram associadas a ondas de calor marinhas no Mediterrâneo Ocidental e em áreas próximas à costa atlântica, além de condições mais quentes no Pacífico tropical, em meio ao desenvolvimento do El Niño.
Na média global, a temperatura do ar em junho de 2026 foi de 16,54°C. O valor ficou 0,56°C acima da média de 1991 a 2020 e 1,39°C acima da estimativa para o período pré-industrial, entre 1850 e 1900. O mês perdeu apenas para junho de 2024 na série do Copernicus.
Planeta teve segundo junho mais quente.
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O observatório também apontou que a combinação de calor extremo e tempo seco ampliou riscos ambientais na Europa, incluindo maior pressão sobre recursos hídricos, redução de vazões de rios e condições favoráveis à ocorrência de incêndios, especialmente na Península Ibérica e no sul da França.