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Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
Uma operação deflagrada nesta quinta-feira (9) mira uma organização criminosa interestadual ligada ao Comando Vermelho, com atuação em cidades da Zona da Mata mineira e no Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o grupo é investigado por envolvimento com tráfico de drogas, circulação de armas de uso restrito e homicídios.
Fuzis e drogas foram apreendidos em operação em MG e no RJ
Foto: MPMG/Divulgação
Batizada de Operação Quione, a ação cumpre 27 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em Leopoldina, Recreio, Juiz de Fora e no Rio de Janeiro. As investigações apontam atuação do grupo também em Argirita, Cataguases e Além Paraíba, além da capital fluminense.
Até a última atualização, mais de cinco mil porções de drogas, quatro fuzis e diversos carregadores de armas de fogo haviam sido apreendidos durante o cumprimento das ordens judiciais. Um dos armamentos recolhidos tem símbolo da Colômbia, conforme imagem divulgada pelo MPMG.
De acordo com o Ministério Público, a organização criminosa exercia domínio em comunidades por meio de violência, ameaças, imposição de regras de convivência e punições contra moradores que descumprissem determinações impostas pelos integrantes.
As apurações também apontam episódios de tortura, espancamentos, ameaças, ataques contra desafetos e monitoramento de policiais. O MPMG informou ainda que há indícios de possível planejamento de uma ação contra a vida de um agente de segurança pública.
Fuzil com símbolo da Colômbia foi apreendido durante operação em MG e no RJ
Foto: MPMG/Divulgação
A operação é conduzida pelo MPMG, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da Zona da Mata, em conjunto com a Polícia Militar de Minas Gerais. A ação conta com apoio da Rocca, Rotam, Grupo Especializado em Recobrimento (GER) e Batalhão de Choque.
Ao todo, participam cerca de 150 policiais militares, sete promotores de Justiça e servidores do MPMG. A operação também tem apoio do Gaeco e do Centro de Segurança e Inteligência (CSI) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Os investigados alvos dos mandados ainda não tiveram as identidades divulgadas no material informado. O caso segue sob apuração do Ministério Público, que deve detalhar a participação dos suspeitos conforme o avanço das diligências e a análise do material apreendido.