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Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
Uma mulher apontada pela Polícia Civil como “primeira-dama do crime” foi presa durante a Operação Consigliere, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB). A investigada é companheira de um detento custodiado no Presídio PB1 e foi alvo da ofensiva contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Mulher apontada como “primeira-dama do crime” é presa em operação contra facção na Paraíba.
A prisão aconteceu na quarta-feira (8), no bairro José Pinheiro, em Campina Grande. Segundo reportagens locais, o mandado tinha como destino inicial João Pessoa, mas a mulher acabou localizada pelas equipes na Rainha da Borborema. Outro investigado também foi preso no bairro Malvinas.
Prisão ocorreu em Campina Grande.
Foto: Divulgação/Polícia Federal
A Polícia Federal informou que a Operação Consigliere foi deflagrada para cumprir 59 ordens judiciais, sendo 46 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão temporária, expedidos pelo Poder Judiciário da Paraíba. As ações ocorreram em cidades da Paraíba, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Na Paraíba, os mandados foram cumpridos em João Pessoa, Campina Grande, Conde, Lagoa Seca e Patos. Também houve diligências em Ponta Porã (MS), São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP) e Igaratá (SP). A PF afirma que a investigação apura crimes de tráfico de drogas, organização criminosa, lavagem de capitais e outros delitos relacionados.
A FICCO/PB reúne Polícia Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais e as polícias Civil, Militar e Penal da Paraíba. A operação também integrou a Operação Força Integrada III, iniciativa nacional de combate ao crime organizado realizada simultaneamente em 16 estados.
Durante as diligências, equipes apreenderam materiais que devem passar por perícia e análise dos investigadores. Reportagens locais informam que armas, drogas e celulares foram recolhidos na ação, mas a quantidade não foi detalhada oficialmente pela PF na nota divulgada sobre a operação.
Os presos foram encaminhados às autoridades responsáveis e permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo criminoso.