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Economia
Brasileiros ainda têm R$ 9,92 bilhões esquecidos em bancos, aponta Banco Central
Valores estão disponíveis para 48,7 milhões de pessoas físicas e 4,9 milhões de empresas no Sistema de Valores a Receber, sem data-limite para consulta e resgate, que devem ser feitos apenas pelo site oficial do BC
09/12/2025 às 09:57por Redação Plox
09/12/2025 às 09:57
— por Redação Plox
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O Banco Central informou nesta terça-feira (9) que ainda há R$ 9,92 bilhões em recursos esquecidos pelos clientes nas instituições financeiras, considerando dados contabilizados até outubro.
Do total, R$ 7,73 bilhões pertencem a 48,7 milhões de pessoas físicas, enquanto R$ 2,19 bilhões estão vinculados a 4,9 milhões de empresas.
Até agora, segundo o Banco Central, já foram devolvidos R$ 12,6 bilhões em valores que estavam parados em bancos, consórcios e outras instituições.
O sistema permite consultar se pessoas físicas — inclusive titulares já falecidos — e empresas deixaram dinheiro para trás em instituições financeiras.
O prazo oficial para buscar os recursos teria terminado em 16 de outubro de 2024. No entanto, o Ministério da Fazenda informou que não há data-limite para que clientes resgatem os valores.
Notas de 50 reais sendo contadas, dinheiro em espécie
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Como consultar se você tem dinheiro esquecido
A consulta e o pedido de devolução de valores para pessoas físicas ou jurídicas, inclusive de titulares falecidos, só podem ser feitos pelo site oficial: https://valoresareceber.bcb.gov.br.
Pelo sistema do Banco Central, os valores só são liberados para quem informar uma chave PIX para recebimento.
Caso o cliente não tenha uma chave cadastrada, é necessário entrar em contato diretamente com a instituição financeira para combinar a forma de pagamento. Outra alternativa é criar uma chave PIX e retornar ao sistema para concluir a solicitação.
No caso de valores em nome de pessoas falecidas, apenas herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal pode consultar e solicitar o resgate. Nesses casos, é obrigatório preencher um termo de responsabilidade.
Após a consulta, o usuário deve contatar as instituições nas quais houver valores a receber para confirmar os procedimentos de devolução.
Pedido automático de devolução de valores
Desde 27 de maio, passou a ser possível habilitar um pedido automático de resgate de valores a receber no sistema do Banco Central.
A adesão ao serviço é opcional. Quem preferir pode automatizar as solicitações, enquanto as demais funcionalidades do sistema permanecem iguais.
O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nomeBanco Central
Para habilitar a funcionalidade, é preciso acessar o Sistema de Valores a Receber (SVR) com conta gov.br de nível prata ou ouro, com a verificação em duas etapas ativada.
A solicitação automática está disponível apenas para pessoas físicas e exige que o usuário tenha uma chave PIX cadastrada do tipo CPF. Quem ainda não possui esse tipo de chave deve primeiro cadastrá-la em sua instituição financeira.
O Banco Central não envia aviso quando algum valor é devolvido. O crédito é feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.
Instituições que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuam exigindo solicitação manual, incluindo casos de valores provenientes de contas conjuntas.
Atenção: o governo não entra em contato por mensagem ou telefone para pedir dados pessoais ou informações adicionais para devolução de valores. Qualquer pedido desse tipo pode indicar tentativa de golpe.
Regras de segurança para acessar o sistema
Em fevereiro, o Banco Central reforçou a segurança do Sistema Valores a Receber para reduzir o risco de fraudes.
O acesso continua sendo feito com conta gov.br de nível prata ou ouro, mas agora é obrigatório utilizar a verificação em duas etapas.
Quem ainda não tem o aplicativo gov.br instalado no celular precisa baixá-lo, preencher os dados solicitados e realizar a validação facial para liberar o uso em duas etapas.
O acesso ao sistema é feito com CPF e senha do gov.br. Em seguida, o usuário deve informar um código de acesso gerado diretamente no aplicativo, concluindo o processo de autenticação para consultar e solicitar os valores a receber.
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