STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A cervejaria Backer, responsável pela marca de cerveja Belorizontina, informou em nota que vai recolher 2 lotes, dos quais foram colhidas amostras apontadas como contaminadas pela Polícia Civil.
Os lotes L1 1348 e L2 1348 são compostos por 66 mil unidades da bebida. O laudo da Polícia Civil atesta que, em amostras destes, foram encontradas a substância dietilenoglicol.
O caso veio à tona após a morte de um homem e o diagnóstico de outros, que teriam consumido a cerveja. Eles passaram a apresentar sintomas semelhantes. O quadro de complicações se agrava rapidamente, o que aumenta a gravidade dos efeitos da contaminação.
Na nota, a cervejaria afirma que a "substância não faz parte do processo de produção da cerveja Belorizontina".
Os contaminados tinham a cerveja guardada em suas residências, fato que denota a importância de que os consumidores avaliem se adquiriram esse produto. Os sintomas demonstrados pelas vítimas são graves.