EUA lançam ofensiva aérea na Síria contra Estado Islâmico após ataque mortal
Operação 'Olho de Falcão', autorizada por Donald Trump e coordenada com aliados, usa mais de 90 munições guiadas e 20 aeronaves para atingir 35 alvos em resposta a ação em Palmira
A Central de Comando dos Estados Unidos (CENTCOM, na sigla em inglês) informou, em publicação no X, antigo Twitter, que realizou ataques a alvos na Síria neste sábado (10). A ofensiva começou por volta de 14h30, no horário de Brasília, em coordenação com países aliados, de acordo com o comunicado oficial.
Aeronaves bombardearam o país neste sábado (10)
Foto: Reprodução X / @CENTCOM
Segundo o órgão, o bombardeio foi autorizado pelo presidente americano, Donald Trump, e integra a operação “Olho de Falcão”, voltada contra o grupo Estado Islâmico. No texto divulgado, o comando destacou que os ataques foram conduzidos em diferentes pontos do território sírio e fazem parte do esforço contínuo para combater o terrorismo, prevenir novas ações extremistas e proteger militares norte-americanos e forças parceiras na região.
Mais de 35 alvos atingidos na ofensiva
Em entrevista à NBC News, o porta-voz do CENTCOM, Capitão Tim Hawkins, afirmou que mais de 35 alvos foram atingidos durante a ação. De acordo com ele, a operação empregou mais de 90 munições guiadas de precisão — armamentos que utilizam sistemas de mapeamento para aumentar a exatidão dos disparos — e contou com a participação de mais de 20 aeronaves militares. Segundo o porta-voz, o objetivo central da ofensiva é impedir a ocorrência de novos ataques.
Operação marca primeiros ataques após queda de Bashar al-Assad
Lançada em 19 de dezembro de 2025, a operação “Olho de Falcão” representa a primeira série de ataques dos Estados Unidos na Síria desde a queda do presidente Bashar al-Assad. Washington aponta que as ações são uma resposta direta a um “ataque mortal” atribuído ao Estado Islâmico, ocorrido em 13 de dezembro em Palmira, que deixou dois militares americanos e um civil — que atuava como intérprete — mortos.
No comunicado, o CENTCOM reforçou que pretende reagir a qualquer ofensiva contra suas tropas e as forças sírias aliadas, indicando que novas ações não estão descartadas à medida que a operação se desenrola no país. A mensagem dos militares é de que ataques contra combatentes dos Estados Unidos terão resposta em qualquer parte do mundo.
Compartilhar a notícia
Escolha sua região para continuar navegando
Escolha sua região
Morte de Isabel Veloso reacende debate nacional sobre prevenção ao linfoma de Hodgkin
PM some após briga com homem ligado ao tráfico e pode ter ido a 'tribunal do crime' em SP
Terremoto de 7,1 graus atinge Ilhas Talaud, no norte da Indonésia; risco de tsunami é descartado
EUA lançam ataques em larga escala contra alvos do Estado Islâmico na Síria
Indonésia bloqueia Grok após denúncias de deepfakes sexuais e pressiona X por respostas
Após finalizar preparação, Corinthians abre temporada com equipe mesclada contra a Ponte Preta
Joesley Batista teria atuado como emissário informal de Trump em tratativas sobre saída de Maduro
Investimento de banqueiro do Banco Master em petróleo na Venezuela desencadeia mega investigação federal
Virginia Fonseca adia retorno ao Brasil para assumir novos compromissos em Dubai
Lula publica vídeo na praia e defende que brasileiros superem o preconceito entre esquerda e direita
Morte de Isabel Veloso reacende debate nacional sobre prevenção ao linfoma de Hodgkin
PM some após briga com homem ligado ao tráfico e pode ter ido a 'tribunal do crime' em SP
Terremoto de 7,1 graus atinge Ilhas Talaud, no norte da Indonésia; risco de tsunami é descartado
EUA lançam ataques em larga escala contra alvos do Estado Islâmico na Síria
Indonésia bloqueia Grok após denúncias de deepfakes sexuais e pressiona X por respostas