Estados Unidos realiza ataques na Síria contra o Estado Islâmico
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SÃO PAULO — A investigação sobre o desaparecimento do cabo da Polícia Militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, aponta que ele pode ter sido levado a um chamado “tribunal do crime” após se envolver em uma discussão com um homem ligado ao tráfico de drogas na zona sul da capital. Três pessoas já foram presas suspeitas de participação no caso.
Policial desaparecido
Foto: Divulgação
Segundo a apuração divulgada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) e repercutida pela imprensa, Fabrício estava de férias quando teve uma desavença inicial na Avenida dos Funcionários Públicos. Horas depois, ele voltou a se encontrar com o mesmo homem em uma adega na região e, desde então, não foi mais visto.
Cabo PM Fabrício Gomes de Santana está desaparecido
Foto: Redes Sociais
Ainda de acordo com a investigação, o carro do policial — um Ford Ka — foi localizado carbonizado em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, o que reforçou a suspeita de sequestro e violência contra a vítima.
Um dos presos relatou em depoimento que estava com o PM quando ambos foram abordados por um homem conhecido como “Gato Preto”, que citou a repercussão da discussão envolvendo um policial. Conforme o relato, Fabrício teria demonstrado nervosismo e ido até uma área dominada pelo tráfico, onde os dois foram recebidos por várias pessoas e separados. O depoimento afirma que criminosos perguntaram se o PM estava armado e retiraram dois revólveres dele.
A Polícia Militar realiza buscas na região indicada por suspeitos presos durante a apuração, com apoio de equipes especializadas. A polícia trabalha para confirmar o que ocorreu com o PM e se houve morte.